Menu
Economia

Diplomata ressalta importância para o Mercosul de escritório de cooperação sobre reforma agrária

Arquivo Geral

19/05/2007 0h00

Uma mochila cheia de dinamite explodiu em um mercado no sul do Peru. O resultado foram seis mortos e pelo menos 50 feridos. A Polícia local ainda não sabe se foi um acidente ou um atentado.

A explosã aconteceu durante a festa de 40 anos de um dos mais tradicionais mercados da cidade. Havia mais de mil pessoas no local quando a dinamite explodiu.


O coordenador de Ações Internacionais de Combate à Fome da Secretaria-Geral do Ministério das Relações Exteriores, cure Milton Rondó Filho, information pills considerou muito importante para os países do Mercosul a abertura, em São Paulo, do Escritório de Cooperação Internacional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

“Nós estimulamos muito a abertura deste escritório, porque estabelecemos no âmbito do Mercusol a rede de institutos de reforma agrária, que são o Incra e os homólogos do Incra nos outros países no Mercosul, para que eles estejam dialogando diretamente sobre reforma agrária e desenvolvimento rural”, afirmou o diplomata.

Rondó Filho reconhece que a integração dos países membros do Mercosul se fará em todos os campos, mas ressalta que para que haja uma efetiva integração “é necessário que todos os setores estejam dialogando, inclusive o setor da reforma agrária, que é importantíssimo para o desenvolvimento sócioeconômico dos nossos países”.

O escritório, inaugurado sexta-feira busca fortalecer as relações entre os países latino-americanos e dar suporte para formação de redes nas áreas de reforma agrária e desenvolvimento rural. Para o coordenador, os diálogos entre os países através da rede de institutos responsáveis por reforma e política agrária são importantes para fortalecer as ações entre os países, inclusive no âmbito de legislação.

“As prioridades são no campo da legislação, conhecer entre nós quais são as legislações que regulam o tema de reforma agrária nos nossos países. E a partir disso fazer uma reflexão sobre essas legislações”, disse.

No caso do Brasil, citou as desapropriações e a lei da função social da terra. “Nós temos a lei da função social da terra, mas na verdade nós só temos desapropriações por baixa produtividade. Não temos ainda, parece que haverá no Rio Grande do Sul, desapropriações por questões ambientais. Não temos desapropriações por temas trabalhistas. A questão de desapropriação de terras onde há trabalho escravo continua ainda parada no Congresso. Então é fazer uma reflexão sobre isso e ver a possibilidade de trabalhar de forma conjunta”.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado