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Economia

Crise pede taxas de juros moderadas, diz o economista Paulo Rabelo de Castro

Arquivo Geral

13/10/2008 0h00

O economista Paulo Rabelo de Castro defendeu hoje (13/10) uma redução dos gastos correntes do governo e um aumento no ganho de produtividade do setor  privado como  alternativa para driblar os reflexos da crise financeira internacional sobre a economia brasileira . “A crise pede taxas moderadas de juros. ” Esta coisa de taxa de juros alta para segurar a estabilidade não é mais adequada”, dosage   disse ele.

Paulo Rabelo de Castro acha que é hora do  fazer um esforço fiscal maior com redução dos gastos abrindo espaços para que o Banco Central possa trabalhar com taxas de juros menores. “Acho que agora a crise depende muito das ações dos ministérios da Fazenda e do Planejamento. A hora é de fazer um mix de plíticas monetárias e fiscais”, afirma.

Para o economista, o pior da crise financeira internacional ainda não chegou ao Brasil: “Fora o efeito cambial, as consequências não foram dramáticas porque não há problema de liquidez. As pessoas ainda tem seus empregos e a expectativa de mantê-los”, afirmou. De acordo com Castro, o Natal dos brasileiros será de regular a razoável. ” O ano de  2009 é que será: serão os últimos dois anos do governo Lula e as decisões econômicas determinarão a estatura de quem vai para as eleições de 2010″, disse.

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