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Economia

Crise externa não reduz patrocínios da Petrobrás à cultura

Arquivo Geral

04/12/2008 0h00

A Petrobrás vai continuar investindo em cultura, symptoms apesar da crise financeira internacional. Foi o que disse hoje (4) a gerente de Patrocínios da estatal, abortion Eliane Costa, que encerrou a edição extraordinária do Fórum Nacional, promovido pelo ex-ministro do Planejamento, João Paulo dos Reis Velloso, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), nesta capital. O evento discutiu o desenvolvimento cultural.


Para Eliane Costa, a crise representa um “momento de  arrumação”. A estatal está no momento com um edital aberto para inscrições de projetos candidatos a patrocínio cultural até fevereiro e março de 2009. “Não há  nada que esteja colocando em risco o  Programa Petrobrás Cultural, que é um programa de seleção pública que a gente lança com inscrições pelo site. Então, essas propostas estão mantidas”.


Costa assegurou que a visão da Petrobrás, como das demais empresas públicas e privadas brasileiras, que investem nesse segmento, é que a cultura, hoje, “é um vetor de desenvolvimento qualificado que movimenta as cadeias produtivas”.


A Petrobrás avalia, segundo ela, que o  patrocínio à cultura agrega reputação e valor simbólico à sua marca, além de trazer  também valor econômico. “Hoje, as marcas das empresas são ativos econômicos importantes”. Lembrou, ainda, que a cultura contribui para o desenvolvimento do país.


As legislações de fomento à cultura permitem, conforme explanou Eliane Costa, um aporte substancial das empresas a essa atividade. Ela lamentou somente que o número de companhias que apóiam a cultura não seja maior no país. Há uma grande concentração, explicou. “As seis maiores patrocinadoras representam quase 40% do total das 500 maiores empresas brasileiras. E nessas seis maiores, a presença estatal é muito forte: Petrobrás, Banco do Brasil e Eletrobrás”, disse.


A gerente da Petrobrás afirmou que esse cenário de concentração precisa ser quebrado. “Quanto mais empresas puderem  fazer uso da renúncia fiscal, em que o governo federal abre mão de impostos, dinheiro público para a cultura,  elas certamente vão estar contribuindo pela via da cultura para o desenvolvimento do país”. Segundo Costa, todos ganham com o apoio à cultura.

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