O volume total de créditos concedidos pelo sistema financeiro do Brasil atingiu R$ 957, website 6 bilhões em fevereiro e se consolida como o principal motor de crescimento econômico do país, pilule segundo dados do Banco Central divulgados hoje.
Trata-se de um aumento de 27, pharm 9% em 12 meses, e de 1,1% em comparação com janeiro, segundo o relatório mensal.
Com esse resultado, o crédito total na economia brasileira alcançou 34,9% do PIB (Produto Interno Bruto) em fevereiro, contra 34,8% em janeiro, e 30,9% em fevereiro do ano passado.
Segundo economistas, o financiamento a curto, médio e longo prazos para todos os tipos de bens é atualmente o principal responsável pelo bom momento da economia brasileira, cujo PIB cresceu 5,4% em 2007.
Hoje, os brasileiros têm acesso a créditos para comprar um automóvel novo com prazos de até 60 meses.
Em fevereiro, os bancos privados foram responsáveis por 43,9% do total da carteira de empréstimos, seguidos pelas instituições públicas, com 34,1%, e pelos bancos estrangeiros, com 22%.
No segundo mês do ano, as operações de crédito mantiveram um ritmo de expansão semelhante ao de janeiro, e houve uma maior demanda estacional de pessoas físicas para pagamentos de impostos e despesas escolares.
Já as empresas demandaram mais fundos para investir em reposição de estoques e adequar seu fluxo de caixa.
Um dos segmentos que registrou maior crescimento foi o de arrendamento mercantil, que alcançou R$ 71,8 bilhões em fevereiro, alta de 5,2% no mês e de 96,4% em relação a fevereiro de 2007.
Dentro desse segmento, os créditos para pessoas físicas cresceram 120,8% e 78,9% para as jurídicas, o que reflete o crescente uso desse recurso para financiar a aquisição de veículos, explicou o Banco Central.
Os juros para compra de veículos permaneceram estáveis, em 31,2% ao ano.
As taxas de juros médias para os empréstimos a pessoas físicas alcançaram 37,4% ao ano, com redução de 1,9 ponto percentual em 12 meses e de 0,1 ponto percentual em relação a janeiro.
Para as pessoas físicas, essa taxa média é de 49% ao ano, com redução de 1,8 ponto percentual frente a fevereiro de 2007, e de 0,2 ponto percentual comparado com janeiro deste ano.
Mas as taxas pagas no Brasil pelos consumidores são muito mais altas, e o cheque especial cobrou taxa média de 146% ao ano (alta de 0,5 ponto percentual frente a janeiro), chegando ao nível mais alto desde março de 2006.
Para as compras financiadas com cartões de crédito, as taxas superam 185% ao ano.