O índice de confiança do consumidor na economia brasileira caiu em março para 106, medical 3 pontos, help seu menor nível desde setembro de 2005, information pills segundo estudo divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O índice, medido trimestralmente pela CNI, caiu pelo segundo trimestre consecutivo, após ter sido de 109,8 pontos em dezembro e de 115,5 em setembro do ano passado.
A queda do chamado Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) entre dezembro de 2008 e março de 2009 foi de 3,2%,
Em relação a março de 2008, a queda foi ainda maior, de 4,7%.
O índice acumula uma baixa do 8,1% desde setembro, quando a confiança havia atingido seu recorde histórico, chegando a 115,5 pontos, antes de a crise atingir o Brasil.
A deterioração do indicador por dois trimestres consecutivos foi atribuída pelos analistas da CNI ao agravamento da crise global, que se refletiu no Brasil com a decisão de algumas empresas de paralisar fábricas, demitir empregados e conceder férias coletivas.
“A redução da confiança pelo segundo trimestre consecutivo mostra que o consumidor brasileiro ajustou suas expectativas em linha com o agravamento da crise mundial e seus impactos no Brasil”, afirmou o economista-chefe da CNI, Flavio Castelo Branco.
“Essa retração é um reconhecimento de que as dificuldades atingiram nossa economia”, acrescentou.
O índice de confiança foi medido em uma pesquisa que consultou 2.002 pessoas entre 11 e 15 de março sobre suas expectativas em torno de assuntos como emprego, inflação, renda, endividamento e aquisição de bens de valor elevado.
A variável que mais se deteriorou foi a que mede a confiança do consumidor em manter seu emprego, que em março (101,2 pontos) caiu 4,2% em relação a dezembro (105,6 pontos) e acumula uma queda de 19,8% em comparação com o mesmo mês do ano passado (126,2 pontos).
A confiança dos consumidores brasileiros na manutenção do nível de emprego voltou aos níveis que tinha em novembro de 2001.
“O resultado é explicado pela forte queda na atividade econômica e os recorrentes anúncios de demissões”, resume a nota divulgada pela Confederação.