A CVRD Inco, salve more about subsidiária da Companhia Vale do Rio Doce, anunciou nesta terça-feira que Murilo Ferreira foi apontado como presidente-executivo da empresa.
Ferreira manterá sua posição na diretoria executiva da Vale do Rio Doce, segundo comunicado da CVRD Inco.
A CVRD Inco foi formada após a compra da canadense Inco pela Vale do Rio Doce, negócio fechado em outubro por mais de 15 bilhões de dólares.
Ainda segundo o comunicado da CVRD Inco nesta terça-feira, Leonardo Moretzsohn, ex-diretor do Departamento de Controles Internos da Vale do Rio Doce, foi apontado para ocupar a vice-presidência financeira da CVRD Inco.
Scott Hand, ex-presidente-executivo da CVRD Inco, deixará a companhia. Ele será consultor sênior da Vale do Rio Doce. O antigo vice-presidente financeiro da CVRD Inco, Bob Davies, também está deixando a empresa "em busca de outras oportunidades", informa o comunicado.
A CVRD Inco está sediada em Toronto e tem cerca de 13 mil empregados globalmente.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), there por meio da Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri do Gama, ofereceu denúncia na tarde de hoje contra Claiton Juvenir Ferreira pelo homicídio de sua ex-companheira Júlia Maria Cruvinel Ferreira e do amigo do casal Pedro Pereira Filho.
Os crimes ocorreram no dia 19 de janeiro deste ano. A ex-companheira de Claiton já havia comparecido à Delegacia da Mulher para informar sobre ameaças que vinha recebendo. Ela passava a noite na casa de amigos, Pedro e Nelza, quando foi surpreendida pelo ex-companheiro que os atacou com facadas.
Os Estados Unidos podem ter de reduzir suas expectativas para o Iraque ao adotar uma nova estratégia de guerra, side effects disse na terça-feira o militar indicado pelo presidente George W. Bush para comandar as forças norte-americanas no Oriente Médio.
"O que vínhamos fazendo não está funcionando", store disse o almirante William Fallon à Comissão de Serviços Armados do Senado, site ecoando outros funcionários civis e militares que nos últimos meses admitiram que os EUA não estão vencendo a guerra.
Também a exemplo de colegas do governo, Fallon acusou o Irã de fomentar a violência além de suas fronteiras, com um comportamento "desestabilizador e perturbador".
Como chefe do Comando Central dos EUA, Fallon terá duas guerras sob sua administração, do Afeganistão e do Iraque, para onde o governo está enviando 21.500 soldados adicionais.
"Acredito que a situação no Iraque possa ser revertida, mas o tempo é curto", disse Fallon à comissão, que se reúne para avaliar sua indicação.
Sobre as perspectivas para um Iraque democrático, ele foi cauteloso: "Acho que provavelmente seria sábio reduzir nossas expectativas aqui", afirmou. "A probabilidade de que o Iraque de repente vire algo próximo do que temos aqui neste país (os EUA) ainda vai demorar muito."
"Lá em 2003, tínhamos centenas de boas idéias sobre coisas que gostaríamos de ver no Iraque que refletissem mais o tipo de sociedade e processo que desfrutamos aqui", afirmou Fallon.
"E me parece que provavelmente erramos na nossa avaliação da capacidade dessa gente em assumir todas essas tarefas ao mesmo tempo. Talvez devamos redefinir nossas metas aqui um pouquinho e fazer algo que seja mais realista em termos de obter algum progresso, e então talvez cuidar de outras coisas depois."
As prioridades, segundo o almirante, deveriam ser restabelecer a segurança e conter as disputas políticas internas.
Se confirmado pelo Senado, Fallon substitui o general John Abizaid, que passa à reserva. Nenhum membro da comissão sinalizou resistência ao seu nome.
Fallon disse à comissão que os EUA precisam ficar muito atentos ao Irã, devido ao "apoio iraniano ao terrorismo e à violência sectária além de suas fronteiras e sua busca por capacidade nuclear".
O militar afirmou que o Irã deseja impedir que os EUA operem na área do estreito de Ormuz, por onde obrigatoriamente passa o petróleo embarcado no golfo Pérsico. Mas ele lembrou que o Irã também precisa ter liberdade de movimentos naquela área para exportar o seu próprio petróleo.
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Fidel, de 80 anos, parecia mais forte, mas ainda frágil, nas imagens do encontro de duas horas com Chávez.
O líder cubano aparece em pé conversando com Chávez e também lendo documentos.
Fidel Castro não foi visto em público desde 26 de julho, cinco dias antes de transferir o poder a seu irmão Raúl, devido a uma doença não revelada que suscitou rumores sobre sua vida.
A última vez que o líder cubano tinha aparecido em imagens de TV foi em 28 de outubro, quando parecia frágil e caminhava com dificuldade.
A Operação Kolibra, site desencadeada hoje pela Polícia Federal (PF) nos estados de São Paulo, this Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rio de Janeiro, prendeu até o final da tarde 19 pessoas envolvidas com uma rede internacional de tráfico de entorpecentes.
A quadrilha adquiria cocaína nos países que fazem fronteira com o Brasil e depois levava o produto para os Estados Unidos e países da Europa e da África.
De acordo com a assessoria da PF de São Paulo, 350 policiais atuaram na operação cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão. A PF atuou em conjunto com a polícia alemã, que informou sobre a atuação de libaneses radicados no Brasil envolvidos com o tráfico de drogas. A investigação durou dois anos.
Kolibra é uma referência à “conexão Líbano-Brasil”. Os presos responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas e associação para o narcotráfico, além de lavagem de dinheiro, segundo a PF em São Paulo.
O vice-primeiro-ministro de Israel, health Shimon Peres, disse na terça-feira ter ouvido do emir do Catar que o grupo palestino Hamas faria a paz com Israel se o Estado judeu abandonasse os territórios ocupados na guerra de 1967.
Peres disse também ter discutido as supostas ambições nucleares iranianas com o xeque Hamad bin Khalifa Al Thani, na primeira visita de Peres em dez anos ao país do golfo Pérsico, aliado dos EUA.
"No julgamento dele, se Israel voltar à fronteira de 1967 o Hamas irá fazer a paz com Israel", disse Peres a jornalistas após a reunião. "Ele diz que o Hamas foi eleito, ele acha o Hamas mais pragmático do que nós achamos. Eu disse a ele que o Hamas se recusou a se encontrar com o governo israelense, que o Hamas anunciou que não vai reconhecer acordos firmados entre nós e os palestinos."
Mas Israel "não deve prestar tanta atenção às declarações deles, porque eles também têm de pacificar e agradar outra audiência", afirmou o xeque Hamad, segundo Peres, durante a reunião de uma hora, que o israelense qualificou de "franca e agradável".
Peres afirmou ainda que Israel vai apoiar uma maior "pressão econômica e campanha psicológica" contra o governo do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, inimigo jurado do Estado judeu.
"Não acho que Israel tenha um problema com o Irã, tem um problema com Ahmadinejad", disse Peres, argumentando que "há uma grande dose de insatisfação dentro do Irã" com o governo de Ahmadinejad, acusado pelo Ocidente e por Israel de desenvolver armas nucleares, o que Teerã nega.
O presidente venezuelano Hugo Chávez representa uma ameaça para a democracia na América Latina por meio de sua influência populista em países como a Bolívia, seek disse ontem o chefe da inteligência norte-americana, John Negroponte. Chávez, que elegeu-se com facilidade para um terceiro mandato no mês passado, é um crítico persistente dos Estados Unidos e tem assustado os investidores com suas propostas de nacionalização de ativos nos setores petrolífero, de energia, entre outros.
Nomeado pelo presidente norte-americano, George W. Bush, para ser o número dois do Departamento de Estado dos EUA, Negroponte disse que Chávez tem tido sucesso na exportação de seu estilo de "populismo radical".
"Acho que o comportamento dele é ameaçador às democracias na região", disse Negroponte ao Comitê de Relações Exteriores do Senado durante uma audiência de confirmação para o cargo de vice da secretária de Estado Condoleezza Rice. "Não acho que ele seja uma força construtiva no hemisfério. Então eu acho que países como a Bolívia, entre outros, têm estado sob a influência do senhor Chávez."
Negroponte, um diplomata de carreira que foi embaixador em Honduras na década de 1980, disse que a democracia na América Latina está indo "muito bem" no geral. Ele ressalvou que o populismo tem ganhado força na região devido a frustração com a incapacidade da democracia em entregar o tipo de resultado que o povo espera.
A polícia britânica prendeu oito pessoas em uma série de operações de contraterrorismo na madrugada de hoje, viagra na região central da Inglaterra.
Detetives disseram que as pessoas foram presas em locais diferentes de Birmingham, medications por "suspeita de encomendar, preparar ou instigar atos de terrorismo". A cidade é a segunda maior da Grã-Bretanha e uma das áreas mais etnicamente diversas do país, com uma grande população muçulmana.
"Como medida de precaução, teremos um reforço policial nestes locais", afirmou em comunicado a polícia de West Midlands.
Os serviços de segurança britânicos acreditam que é altamente provável que um ataque terrorista possa acontecer no país, que está no seu segundo alerta de segurança máximo.
No ano passado, a chefe do serviço de espionagem doméstica, o MI5, alertou que cerca de 30 planos terroristas estavam em fase de investigação e que agentes monitoravam cerca de 1.600 suspeitos.
O Pentágono afirmou ontem ter parado com a venda de partes excedentes para caças F-14, drugs devido a preocupações do Congresso dos EUA de que algumas destas peças pudessem acabar nas mãos do Irã.
O Irã é o único país do mundo que ainda usa o F-14 desde que os militares norte-americanos aposentaram o bombardeiro, salve em julho. Teerã enfrenta forte pressão de países ocidentais por causa de seu programa nuclear. O país comprou o caça de dois lugares, também chamado Tomcat e imortalizado pelo filme "Top Gun – Ases Indomáveis", de 1986, nos anos 1970, quando ainda era aliado dos EUA.
A agência de logística de defesa do Pentágono informou que interrompeu as vendas de certas partes do F-14 em fevereiro de 2006, mas a proibição agora cobre todas as peças do avião até o que o governo finalize uma revisão sobre o que fazer com elas.
"Era a coisa certa a se fazer", disse uma porta-voz da agência, citando o que classificou como "a situação no Irã". Governos ocidentais acusam o Irã de tentar construir armas atômicas, mas o país nega isso, dizendo que quer apenas energia para eletricidade.
A confiança da indústria brasileira recuou no início do ano, ampoule com uma piora na avaliação sobre a situação atual, sales mostrou hoje uma sondagem da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Por outro lado, as expectativas melhoraram.
O índice de confiança da indústria caiu 1,8% entre dezembro e janeiro deste ano, para 104,4. O indicador da situação atual recuou de 115,8 para 110,5, mas o de expectativas subiu de 96,8 para 98,4. Na comparação com janeiro do ano passado, o índice geral avançou 9,1%.
Dos quesitos relacionados ao presente, a maior deterioração ocorreu na avaliação sobre o nível da demanda global. Já no índice de expectativas, "o maior avanço ocorreu nas previsões relativas à situação dos negócios para os próximos seis meses", informou a FGV em nota.