Menu
Economia

Confederação de Agricultura prevê exportações e saldo comercial do agronegócio recordes este ano

Arquivo Geral

20/09/2007 0h00

A Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que as exportações do agronegócio nacional totalizarão até o final do ano recorde de US$ 55 bilhões, sildenafil com importações de US$ 8 bilhões, visit this site gerando um saldo também  recorde de US$ 47 bilhões.

Até agosto, case as exportações do agronegócio alcançaram US$ 37,9 bilhões, recorde para o período, informou hoje o assessor técnico da Comissão Nacional de Comércio Exterior da CNA Antonio Donizete Beraldo, ao apresentar os números do setor.

O resultado positivo foi puxado, principalmente, pelas carnes – de frango, bovina e suína – que no acumulado janeiro/agosto as exportações cresceram 33%, somando US$ 7,9 bilhões. A soja foi outro produto que contribuiu para o recorde das exportações até agosto, com crescimento de quase 18%, alcançando US$ 8 bilhões.

Os principais destinos das carnes, segundo Donizete, foram Rússia, União Européia e Oriente Médio. O Brasil também exporta carne processada e enlatada para os Estados Unidos. “Hoje o agronegócio exporta para mais de 100 países. Os mercados de destino são muito diversificados. Mas o grande mercado consumidor continua sendo a União Européia, que absorve quase 30% das exportações”, informou.

O assessor prevê que esses mercados vão se ampliar naturalmente, porque a economia mundial continua ainda crescendo. “Há uma demanda por parte de países emergentes, principalmente da Índia e da China, que têm grandes populações. E o crescimento econômico dessas populações e o crescimento da renda per capita vêm induzindo a um consumo maior de alimentos, de proteínas animais. E o Brasil vem sendo favorecido por isso. O Brasil vem exportando cada vez mais para atender esses mercados emergentes”. Além de carnes e soja, outros produtos começam a mostrar um bom desempenho na balança comercial do agronegócio, segundo Donizeti. Destacou que entre esses produtos estão alguns que o Brasil até há pouco tempo atrás era um importador, como o milho.

“O Brasil sempre importava [milho] da Argentina, dos Estados Unidos, para atender o consumo interno. Este ano, o Brasil vai exportar quase oito milhões de toneladas de milho. Vai exportar mais de US$ 1 bilhão”, disse.

Os lácteos e o algodão também estão na lista de produtos agora exportados. “O Brasil vem se posicionando no sentido de ser um grande exportador desses produtos”, disse Donizeti.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado