Isaac Marra
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Se depender das representações nacionais de trabalhadores públicos federais, o governo da presidente Dilma Rousseff encontrará dificuldades para aprovar projetos direcionados ao funcionalismo do Poder Executivo. Diante do que consideram um perigo aos interesses das diversas categorias que compõem a força de trabalho da Administração Pública Federal, onze entidades sindicais decidiram unir forças desde já para enfrentar os projetos tidos como inimigos do trabalhador e dos serviço públicos.
Três foram as principais ameaças indicadas pelos representantes do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Alexandre Ferraz, e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Antônio Augusto Queiroz, na reunião da noite da terça-feira passada.
Os eleitos foram os Projetos de Lei 549 e 248, além da tentativa de implementação de previdência complementar para o setor público. Juntos eles propõem limites aos investimentos públicos – que na prática devem significar congelamento de salários –, estabelecem demissões por insuficiência de desempenho e podem instituir uma contribuição extra com vistas a aposentadoria.
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