O clima para os negócios na América Latina, capsule que já tinha piorado no primeiro trimestre do ano, approved manteve sua tendência negativa no segundo trimestre, viagra 100mg segundo o estudo Pesquisa Econômica da América Latina divulgado hoje.
O trabalho, elaborado em conjunto pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pelo Instituto de Estudos Econômicos da Universidade de Munique, afirma que o chamado Índice de Clima Econômico (ICE) da América Latina, que tinha caído de 5,2 pontos em janeiro até 4,9 pontos em abril, baixou agora para 4,6 pontos em julho.
O índice medido em julho se situou 0,5 ponto percentual abaixo da média dos últimos dez anos (5,1 pontos) e não era tão baixo desde abril de 2002.
Na classificação por países, o Brasil se manteve entre os três primeiros lugares como as economias com melhor clima para os negócios, antecedido por Uruguai e Peru.
O índice de clima econômico médio nos últimos quatro trimestres do Uruguai subiu de 7,6 para 8,0 pontos entre abril e julho, o do Peru se manteve estável em 7,4 pontos e o do Brasil caiu de 6,6 pontos até 6,2 pontos.
O Paraguai subiu da sétima à quarta posição, apesar de o índice ter caído de 6,3 pontos em abril a 5,8 pontos em julho, e a Colômbia se manteve em quinto, mesmo tendo retrocedendo de 6,0 a 5,6 pontos no mesmo período.
A Costa Rica caiu do quarto ao sexto lugar, com seu índice baixando de 6,0 a 5,5 pontos, e o Chile saiu do sexto ao sétimo lugar, com uma queda de 5,6 a 5,3 pontos.
A Bolívia se situou na oitava posição, com 4,7 pontos e a Venezuela na nona, com 4,5 pontos.
México, Argentina e Equador permaneceram nas últimas três posições, já que seus índices desceram respectivamente até 4,4, 3,9 e 3,5 pontos.
Segundo a pesquisa, o clima de confiança para os negócios na América Latina vem caindo desde julho do ano passado, quando chegou a se situar em 5,9 pontos. Em outubro de 2007, já tinha descido para 5,6 pontos em decorrência da crise financeira nos Estados Unidos e seus possíveis efeitos na América Latina.
Em julho, os responsáveis pelo estudo entrevistaram 117 especialistas de 16 países para obter uma média do estado atual da economia e as expectativas em um futuro em 12 das maiores economias latino-americanas (Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela).
“A deterioração do índice na América Latina segue uma tendência mundial. O índice para o mundo caiu de 4,6 pontos em abril para 4,1 pontos em julho”, segundo o estudo.
“Mas enquanto o clima econômico continua em queda na América Latina, no mundo a recessão está em sua pior fase”, acrescentou.
O relatório esclareceu que a deterioração do clima econômico na América Latina está mais relacionada ao pessimismo em torno das expectativas futuras do que frente à situação atual.
Enquanto o índice da situação atual na América Latina caiu só 0,1 ponto percentual, de 5,8 em abril para 5,7 em julho, o indicador sobre as expectativas futuras desceu de 4,0 pontos a 3,4 pontos no mesmo período.
“A situação atual é avaliada como satisfatória e está melhor que a média dos últimos dez anos (4,7 pontos), enquanto a percepção sobre o futuro está dois pontos abaixo da de julho do ano passado (5,4 pontos) e da média dos últimos dez anos (5,5 pontos)”, indica o relatório.