As propostas do presidente George W. Bush para aliviar os problemas do mercado de hipotecas ajudarão alguns compradores de imóveis, what is ed mas não farão muita diferença, cheapest disseram analistas nesta sexta-feira.
Bush apresentou hoje um plano que inclui alívios tributários, information pills mecanismos para adiar aumentos de taxas em empréstimos hipotecários de tipo variável, e para que os bancos cooperem com os proprietários nos ajustes de hipotecas.
“São idéias relativamente pequenas. São úteis e ajudarão algumas pessoas a evitar a execução judicial”, disse o analista Jared Bernstein, do Instituto de Política Econômica, um grupo de estudo com sede em Washington.
“Mas as propostas não resolverão os problemas”, acrescentou, referindo-se a mais de 2 milhões de hipotecas cujos juros aumentarão nos próximos meses.
Bush também propôs uma modificação do regime tributário que isentaria os proprietários de pagar impostos se, para liquidar a dívida, vendessem o imóvel e o titular da hipoteca concederia um abatimento que, com o regime atual, aparece como renda tributável.
Outra proposta, que o presidente chamou de “FHA Secure” prevê que a Agência Federal de Habitação estenda seu seguro de hipotecas a alguns compradores com bom histórico de crédito, mas encontram dificuldades nos pagamentos mensais.
“As propostas não vão mudar o curso de todo o problema”, disse David Ader, um estrategista de investimentos da RBS Greenwich Capital. “Esta proposta é algo que pode ajudar uma pequena porção do mercado, mas não é uma solução ampla”.
O senador democrata Chuck Schumer disse em entrevista coletiva que o presidente “começa a falar como um democrata, parece que está se livrando da camisa de força ideológica e vê que em tempos de crise” o Governo federal deve ajudar os cidadãos com problemas.
Schumer afirmou que o secretário do Tesouro, Henry Paulson, mostrou interesse em que as duas maiores companhias hipotecárias do país ultrapassem os limites impostos pelo Governo federal de US$ 1,4 trilhões desde que utilizem o dinheiro extra para ajudar o refinanciamento das hipotecas e evitem a execução das dívidas.
O número de imóveis sob execução quase dobrou em julho em comparação com o mesmo mês do ano passado, à medida que mais compradores começaram a se deparar com a fase de juro reajustável de seus empréstimos.
As hipotecas de alto risco, dadas a compradores sem solvência, formam quase 40% de todas as hipotecas realizadas em 2006.