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Economia

Bush afirma que cooperará com outros países para resolver a crise

Arquivo Geral

11/10/2008 0h00

O presidente dos Estados Unidos, doctor George W. Bush, link afirmou hoje que cooperará com os outros países para resolver a crise econômica, e insistiu em que “estamos envolvidos nisso juntos, e sairemos juntos”.

Bush fez esta declaração nos jardins da Casa Branca e acompanhado pelos ministros de Economia dos países do Grupo dos Sete (G7, os países mais desenvolvidos), com os quais se reuniu hoje para estudar os passos necessários para combater a crise.

A reunião, segundo tinha explicado a Casa Branca, tinha como objetivo coordenar os pontos de vista diante da situação e o presidente ressaltou isso, ao afirmar que era preciso “garantir que as medidas tomadas por um país não contradizem as adotadas por outro”.

“Compartilhamos as mesmas metas e estamos dispostos a combater o problema”, disse o presidente americano, “com todos os instrumentos a nossa disposição”.

Em uma tentativa de acalmar os cidadãos e de mostrar um tom positivo, insistiu em que farão “tudo o que for necessário e sairemos desta, e a economia mundial se tornará mais forte como resultado” disso.

A reunião de Bush e dos ministros do G7 ocorre ao final do que representou a pior semana da história para os mercados mundiais, na qual a Bolsa de Nova York perdeu 21% de seu valor e a Bolsa de Tóquio, 24%.

O índice Dow Jones caiu durante oito pregões consecutivos, diante da incerteza sobre a situação financeira mundial.

Bush – que desde 15 de setembro, quando a quebra do banco de investimento Lehman Brothers intensificou a crise, falou em público sobre esta questão 21 vezes – afirmou que foram adotados “passos valentes” para combater a situação “tão rápido quanto possível”, mas insistiu em que “os resultados não serão alcançados da noite para o dia”.

Entre as medidas adotadas, lembrou, está o plano de resgate para o sistema financeiro aprovado há oito dias nos EUA e avaliado em US$ 700 bilhões.

Também, lembrou, a Securities and Exchange Commission (SEC, comissão de valores mobiliários americana) averiguará qualquer suspeita de fraude ou práticas abusivas na bolsa, e as agências correspondentes aumentaram até US$ 250.000 o montante garantido nos depósitos bancários.

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