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Economia

Brasil vai ter mais uma siderúrgica, que vai custar US$ 1 bilhão

Arquivo Geral

14/11/2007 0h00

O Governo do Brasil e empresas internacionais confirmarão na semana que vem a construção de uma nova siderúrgica que produzirá 2, prescription 5 milhões de toneladas de aço por ano a um custo superior a US$ 1 bilhão, ampoule anunciou hoje um parceiro do projeto.

Segundo o empresário Roger Agnelli, capsule presidente da Vale do Rio Doce, a nova siderúrgica que será chamada de Ceará Steel sairá definitivamente do papel após um fracasso inicial.

O projeto, que será desenvolvido no Ceará, é uma associação minoritária de Vale com o grupo Dongkuk Steel, da Coréia do Sul, e usará carvão mineral como combustível, no lugar do gás natural, explicou o empresário.

O possível uso de gás natural, um combustível com mercado em precário equilíbrio no Brasil, tinha tornado inviável o projeto em negociações iniciais entre os parceiros e a Petrobras, segundo outras fontes.

“O presidente tinha me pedido para acelerar o entendimento com os coreanos no sentido de tornar viável definitivamente a fábrica do Ceará”, disse Agnelli em entrevista coletiva em Brasília após ser recebido em uma audiência pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Espera-se que o próprio Lula anuncie formalmente a construção que demorará cerca de três anos. A capacidade total definitiva poderá chegar a cinco milhões de toneladas de lâminas de aço por ano, explicou o empresário.

“Vim dizer (ao presidente Lula) que nossa expectativa é que cheguemos a um acordo. Depois do grande debate nestes últimos meses, chegamos a uma solução técnica”, explicou Agnelli. “Principalmente para nós é importante que esse projeto de siderúrgica não se frustre mais uma vez, que siga adiante”, acrescentou.

A Vale, principal produtor e exportador mundial de minério de ferro, investirá US$ 59 bilhões de dólares nos próximos cinco anos em diversas áreas de seu negócio, que inclui alumínio, cobre, infra-estrutura e energia.

A empresa também promove no Brasil a construção de outra siderúrgica com participação minoritária, neste caso no estado do Espírito Santo, em sociedade com o gigante chinês Baosteel para produzir outras cinco milhões de toneladas anuais de aço.

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