O mercado financeiro “respirou” nesta segunda-feira. O Ibovespa (índice que reúne as principais ações negociadas na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), cure chegou a avançar mais de 3% no pregão de hoje, click mas reduziu o ímpeto no fechamento, buy para alta de 1,4%, aos 59.812 pontos. O giro de negócios ficou em R$ R$ 4,8 bilhões, inferior à média diária do ano. No meio do dia, o mercado chegou a subir mais de 3%, passando de 61 mil pontos.
A negociação de alguns papéis foi especialmente favorecida pela cotação das matérias-primas, como no caso de Petrobras e Vale. Os investidores também aproveitaram para comprar papéis dessas empresas após as fortes quedas na semana passada, como por exemplo a Vale que perdeu 9%. As ações da companhia mineradora foram ajudadas pela redução do temor de uma forte queda nos preços das commodities básicas.
Hoje, as ações ordinárias da Vale subiram 5,15% e as preferenciais, 4,75%. O desempenho da Petrobras foi mais comedido, com alta de 1,71% para as ordinárias e 0,87% para as preferenciais.
O dólar contrariou o mercado e fechou em alta, cotado a R$ 1,747, maior valor desde 15 de fevereiro. Nodia, a moeda norte-americana teve alta de 0,81%.
Segundo analistas de mercado, a alta do dólar – a terceira seguida – não significa que a moeda está em trajetória de alta. O analista diz que o mercado está volátil e que incertezas levam a este tipo de movimento.
O destaque negativo do pregão ficou com as ações preferenciais da Cesp , que afundaram 10,6 por cento, cotadas, a 38,79 reais. Para profissionais do mercado, as incertezas relacionadas à renovação de concessões de hidrelétricas da geradora paulista de energia devem comprometer o resultado do leilão da companhia, marcado para quarta-feira.