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Economia

BoJ mantém política monetária inalterada

Arquivo Geral

28/04/2016 0h50

O Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) manteve inalterada a sua política monetária nesta quinta-feira, deixando de lado os pedidos do mercado por mais estímulos.

O banco central japonês manteve sua meta de compra de ativos em 80 trilhões de ienes (US$ 718 bilhões) por ano, uma medida destinada a colocar mais dinheiro em circulação para estimular o crescimento e a inflação. A decisão foi apoiada por 8 dos 9 dirigentes da instituição.

O BoJ também deixou inalterada a taxa de depósito em -0,1%, cobrada em alguns depósitos detidos pelos bancos comerciais, decisão que teve 7 votos a 2. As taxas abaixo de zero entraram em vigor em fevereiro como parte de esforços acrescidos por Tóquio para estimular a atividade econômica por meio da redução dos custos de empréstimos. Os dissidentes votaram para que a instituição retornasse à taxa ao anterior de +0,1%.

O BC japonês disse ainda que pode tomar medidas adicionais de relaxamento se julgar necessário, tanto qualitativos quanto quantitativos, além de alterações nas taxas de juros.

A postura cautelosa do banco central vem apesar de uma maior deterioração no cenário econômico do Japão desde a reunião de política anterior, realizada em meados de março. A economia do país, a terceira maior do mundo, corre o risco de encolher no atual trimestre por causa dos fortes terremotos que atingiram áreas do sul do país no início deste mês. Para reverter esses danos, o BoJ abriu um novo programa de empréstimos no valor de 300 bilhões de ienes para ajudar bancos regionais da ilha de Kyushu, epicentro dos recentes terremotos.

Os últimos dados de inflação, divulgados na noite de quarta-feira (de Brasília), mostraram que os preços ao consumidor, incluindo os preços da energia, caíram 0,3% em março ante igual mês de 2015. As expectativas de inflação entre as famílias também estão no nível mais fraco em três anos, enquanto o crescimento dos salários abrandaram à medida que a desaceleração global torna as empresas mais cautelosas.

Em uma nova previsão trimestral, o BoJ essencialmente adiou a data para alcançar sua meta de inflação de 2% por um ano e meio. Agora, o banco central japonês espera atingi-la no ano fiscal entre abril de 2017 e março de 2018, o quarto adiamento consecutivo.

A instituição prevê ainda que o núcleo do índice de preços ao consumidor seja menor neste ano fiscal. A previsão anterior era de um avanço de 0,8% e agora se estima um avanço de 0,5%. Fonte: Dow Jones Newswires.

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    BoJ mantém política monetária inalterada

    Arquivo Geral

    07/08/2015 0h44

    O Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) manteve inalterada a sua política monetária e afirmou que a economia do país “continua a se recuperar moderadamente”. A instituição também elevou a sua previsão sobre o investimento em habitação.

    Por 8 votos a 1, o BoJ manteve inalterado o volume anual do programa de compras de ativos em 80 trilhões de ienes, decisão que veio em linha com a expectativa dos analistas. Como ocorreu em encontros anteriores, o único dirigente contrário à manutenção do volume atual foi Takahide Kiuchi, que mais uma vez sugeriu reduzir o programa para 45 trilhões de ienes anuais.

    A decisão de manter inalteradas a sua política monetária e sua avaliação global ocorre apesar dos sinais de problemas na economia e do ceticismo em relação ao plano do presidente do BoJ, Haruhiko Kuroda, que quer que a inflação chegue a 2% no outono de 2016.

    Mesmo com o apoio monetário do banco central, a economia provavelmente contraiu cerca de 2%, em termos anualizados, no trimestre entre abril e junho, por causa do consumo e das exportações mais fracas, de acordo com economistas do setor privado. Enquanto isso, indicador da inflação mais acompanhado do Japão, conhecido como o núcleo do índice de preços ao consumidor, está em 0,1% e poderia entrar em território negativo.

    Apesar disso, o BoJ também manteve sua projeção de que a inflação pode se contrair, mas que vai começar a subir em breve, à medida que os efeitos da queda acentuada dos preços globais do petróleo se dissipem. Fonte: Dow Jones Newswires.

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      BoJ mantém política monetária inalterada

      Arquivo Geral

      19/11/2014 6h15

      O Banco do Japão (BoJ) divulgou nesta quarta-feira que manteve inalterada a sua política de estímulos à economia do país. Oito dos membros do comitê de política monetária votaram a favor da continuação, com apenas um se posicionando contra. Com isso, a instituição financeira permanece com um volume anual de compra de ativos no valor de 80 trilhões de ienes, elevado para este patamar no último dia 31 de outubro, de uma faixa anterior entre 60 trilhões de ienes e 70 trilhões de ienes.

      “A economia japonesa vem se recuperando de forma contínua e moderada, apesar de observarmos algumas fraquezas, em especial na produção”, disse em comunicado o banco central.

      O otimismo do BoJ vai de encontro à postura adotada pelo primeiro-ministro Shinzo Abe em discurso realizada na terça-feira. Na ocasião, Abe decidiu adiar para abril de 2017 o segundo aumento do imposto sobre vendas, inicialmente previsto para entrar em vigor em outubro de 2015. O primeiro-ministro tomou essa decisão em função do resultado decepcionante do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre deste ano. No período, a economia do Japão encolheu 1,6% na comparação anualizada, contrariando a previsão do mercado, de expansão de 2,25%.

      Por ter sido a segunda vez consecutiva que o país apresentou retração em um trimestre, os economistas já falam em recessão técnica. Um novo aumento do imposto em menos de um ano poderia causar mais estragos à atividade, avaliou o governo japonês.

      O mercado agora aguarda o pronunciamento de Haruhiko Kuroda, presidente do BoJ. Fonte: Dow Jones Newswires.

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        22/01/2014 4h58

        O Banco do Japão (BoJ, o banco central do país) decidiu por unanimidade manter inalterada a meta da política monetária, ampliando o seu período de flexibilização agressiva e mantendo a sua perspectiva de inflação e visão otimista da economia do país.

        A decisão reforça a confiança do banco central japonês de que tem feito o suficiente para atingir a sua meta de inflação em 2% dentro de dois anos.

        Em sua projeção do índice de preços aos consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Japão, o BoJ prevê que a inflação deve subir 1,3% no ano fiscal de 2014 e 1,9% no ano fiscal seguinte.

        As previsões da inflação atraem muita atenção dos participantes do mercado financeiro, já que revisões para baixo podem aumentar os rumores de que o BoJ será forçado a tomar uma flexibilização adicional, enquanto revisões para cima reduzem as chances de mais estímulos.

        O resultado reflete o fortalecimento da confiança do BoJ nas perspectivas para a economia do país.

        Na semana passada, o banco central japonês usou a palavra “recuperação” para descrever a condição de todas as regiões do país pela primeira vez em seu relatório trimestral, indicando que a melhora da economia está se disseminando por todo o país .

        O BoJ manteve sua avaliação da economia pelo quinto mês consecutivo nesta quarta-feira, repetindo a classificação de que “a economia do Japão está se recuperando moderadamente.”

        A autoridade monetária japonesa atualizou o seu ponto de vista sobre as economias no exterior, afirmando que os países mais avançados no exterior estão “começando a se recuperar”, acima da classificação do mês anterior que dizia que os países estavam “se recuperando moderadamente.”

        Os membros do conselho de política monetária do BoJ esperam que a economia cresça 2,7% no ano fiscal atual, igualando o registro da previsão anterior. O banco central japonês prevê crescimento de 1,4% para o ano fiscal de 2014 e de 1,5% para o ano fiscal de 2015.

        O conselho de nove membros decidiu por unanimidade manter a sua política de aumentar a base monetária em 60 trilhões de ienes a 70 trilhões de ienes por ano, principalmente por meio da compra de títulos do governo japonês.

        A conselheira do BoJ, Sayuri Shirai, discordou de parte da descrição dos fatores de risco da instituição financeira, dizendo que devem ser adicionados o ritmo de melhora do emprego e da renda no Japão.

        O membro do conselho, Takahide Kiuchi, ex-economista do Nomura Securities, propôs novamente que o compromisso de inflação do banco central fosse mais flexível para que as taxas de longo prazo se estabilizassem. Sua proposta foi rejeitada pelos outros 8 membros. Fonte: Dow Jones Newswires.

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          BoJ mantém política monetária inalterada

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          20/12/2013 6h03

          O Banco do Japão (BoJ, o banco central do país) decidiu por unanimidade manter inalterada a meta da política monetária, ampliando o seu período de flexibilização agressiva e expressando confiança de que a economia do país vai continuar se recuperando mesmo após o aumento do imposto sobre vendas em abril de 2014.

          O BoJ não fez nenhuma menção a redução do programa de estímulos norte-americana de US$ 85 bilhões para US$ 75 bilhões a partir do ano que vem que foi anunciada pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) nesta quarta-feira. Durante a coletiva de imprensa, o presidente da autoridade monetária japonesa, Haruhiko Kuroda, deve comentar o movimento do BC norte-americano.

          “No que diz respeito às perspectivas, a economia japonesa deve continuar apresentando uma recuperação moderada”, disse o conselho de política monetária do BOJ.

          O BoJ sinalizou que a economia pode ser afetada pelo aumento de imposto sobre vendas, mas manteve a confiança de que a tendência de uma recuperação moderada será mantida. Essa foi a primeira que o BoJ fez observações sobre o imposto sobre vendas durante a decisão de política monetária. Rumores indicam que o BoJ terá que lançar medidas de estímulos adicionais para amortecer os impactos econômicos propiciados pelo aumento do imposto.

          Além disso, o banco central japonês atualizou ligeiramente seu ponto de vista sobre emprego e renda.

          Além disso, o BoJ apontou para o enfraquecimento do iene que está beneficiando as exportações japoneses. Um iene mais fraco tende a elevar os preços de importação, o que não é necessariamente uma vantagem para o crescimento, mas pode melhorar as chances de a economia do país superar a deflação e atingir a meta de inflação em 2% até 2015.

          Além disso, o banco central observou que a redução de estímulos do Fed pode reacender uma saída de fundos de economias emergentes, que entre os principais destinos das exportações japonesas. Isso poderia suspender os benefícios de ter um iene desvalorizado.

          O conselho de nove membros decidiu por unanimidade manter a sua política de aumentar a base monetária em 60 trilhões de ienes a 70 trilhões de ienes por ano, principalmente por meio da compra de títulos do governo japonês.

          “A economia do Japão está se recuperando moderadamente”, disse o conselho em um comunicado divulgado após a sua última reunião de política monetária do ano. A avaliação foi a mesmo dos últimos três meses.

          O membro do conselho, Takahide Kiuchi, ex-economista do Nomura Securities, propôs novamente que o compromisso de inflação do banco central fosse mais flexível para que as taxas de longo prazo se estabilizassem. Sua proposta foi rejeitada pelos outros 8 membros. Fonte: Dow Jones Newswires.

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            BoJ: Mantém política monetária inalterada

            Arquivo Geral

            21/11/2013 3h14

            O Banco do Japão (BoJ, o banco central do país) decidiu por unanimidade manter inalterada a meta da política monetária e repetiu que a economia continua no caminho para uma recuperação gradual apesar das incertezas sobre o crescimento dos outros países.

            “O Banco do Japão vai conduzir operações no mercado de moedas para impulsionar a base monetária a um ritmo anual de 60 a 70 trilhões de ienes”, informou a instituição. O BoJ acrescentou que a sua compra de ativos financeiros vai continuar operando como foi decidido em abril.

            O banco central vai continuar aumentando sua cota de títulos do governo japonês a um ritmo de 50 trilhões de ienes anuais. O vencimento médio dos títulos comprados pelo banco vai continuar sendo de cerca de sete anos.

            O BoJ manteve sua avaliação de que a economia japonesa “tem se recuperado moderadamente” e “deve continuar a se recuperar de forma moderada”.

            O banco central destacou que as “economias estrangeiras como um todo estão melhorando moderadamente, embora ainda não vejamos uma performance brilhante”. No mês passado, a instituição havia dito que as economias estavam “gradualmente se dirigindo a uma recuperação”.

            A análise do banco sobre os componentes principais da economia permaneceu mais ou menos inalterada: exportações em geral tem se recuperado, a produção industrial tem crescido moderadamente, investimentos têm melhorado, e o consumo privado continua resistente.

            O BoJ espera que a taxa de crescimento anual do índice de preços ao consumidos “cresça gradualmente” na direção de uma inflação estável em torno de 2%. Atualmente, a inflação do Japão está abaixo de 1%.

            “Sobre riscos, ainda há um alto nível de incertezas para a economia japonesa, inclusive nas projeções para o problema da dívida europeia, o desenvolvimento das economias emergentes e exportadoras de commodities, e o ritmo de recuperação dos EUA”, afirmou o banco central. Fonte: Market News International.

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              BoJ mantém política monetária inalterada

              Arquivo Geral

              31/10/2013 5h39

              O Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) manteve a sua política monetária inalterada nesta quinta-feira, sinalizando a confiança em atingir à sua meta de inflação. Ainda assim, o desempenho das exportações em meio a uma desaceleração nos mercados emergentes tem irritado alguns membros do banco central japonês.

              Após a decisão de política monetária, os investidores do mercado aguardam a divulgação da previsão semestral do BoJ sobre o crescimento econômico e a inflação.

              Com previsões para os próximos três anos, o relatório pode oferecer pistas sobre a possibilidade de o banco central mexer com o programa de compra de ativos lançado em abril.

              Além disso, a previsão do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) até o ano fiscal que termina em março de 2016 é um dos pontos que mais Dee chamar a atenção dos investidores. O BoJ prometeu que atingirá a sua meta de inflação de 2% em dois anos.

              Após a reunião de política monetária, o conselho de nove membros decidiu por unanimidade manter a sua política de aumentar a base monetária em 60 trilhões de ienes a 70 trilhões de ienes

              Anualmente.

              Desde que começou o programa de compra de ativos há sete meses, os membros do BoJ afirmaram que conseguiriam superar a deflação e atingir a meta de inflação de 2%.

              Os membros do BoJ estão cada vez mais preocupados sobre a fraqueza das economias estrangeiras, o que seria desfavorável para as exportações japonesas, afirmaram as pessoas familiarizadas com o assunto.

              Alguns membros do BoJ admitem secretamente que o banco central vai ter que cortar a sua perspectiva de crescimento se não estabelecer um pacote de gastos de 5 trilhões de ienes para amortecer o impacto do aumento dos impostos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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