O Federal Reserve (Fed, sickness banco central americano) anunciou hoje que vai expandir seu programa de injeção de liquidez nos mercados com a inclusão de empréstimos imobiliários de propriedades comerciais já existentes.
Até agora, sildenafil o banco dava financiamento aos investidores para a compra de titulações deste tipo de crédito emitidas desde o dia 1º de janeiro deste ano. Agora, sildenafil o Fed ampliará o programa para as disponibilizadas anteriormente.
O objetivo da entidade bancária é “estimular a extensão de novos créditos” ao permitir que os bancos vendam os empréstimos imobiliários que já têm em suas contas, segundo explicou em comunicado.
O Fed explicou que a medida deve facilitar a emissão de novas titulações de créditos imobiliários de propriedades comerciais e aumentar o volume de empréstimos disponíveis para os construtores.
O mercado deste tipo de titulação está “parado” há um ano devido à crise, segundo o banco central americano.
A instituição explicou que, a partir de julho, vai oferecer aos investidores empréstimos para a compra de titulações antigas de empréstimos de alta qualidade relativos a edifícios de escritórios, shopping centers, armazéns e outras propriedades comerciais.
A iniciativa faz parte de um programa mais amplo do Fed que pretende reforçar o crédito destinado aos consumidores e às empresas, no qual o banco empregará até US$ 1 trilhão.
Ao mesmo tempo, alguns dos grandes bancos que receberam dinheiro público indicaram que querem devolvê-lo e estão em negociações sobre como fazê-lo.
As devoluções não ocorrerão antes do próximo dia 8 para que as autoridades tenham tempo de revisar a solicitação dos bancos, segundo disse hoje o jornal “The Wall Street Journal” ao citar uma fonte anônima do Fed.
Para enviar o dinheiro de volta ao Departamento do Tesouro americano, os bancos devem demonstrar sua solvência e sua capacidade para captar dinheiro dos mercados sem garantias públicas.
Entre as instituições bancárias que expressaram nas últimas semanas sua intenção de devolver recursos ao Governo dos EUA estão JPMorgan Chase e Goldman Sachs.