O barril de petróleo Brent, viagra referencial na Europa, viagra fechou hoje a um preço recorde na Bolsa Intercontinental de Futuros (ICE Futures) de Londres, online sendo cotado a US$ 99,47, ou seja, US$ 1,78 a mais do que no pregão de segunda-feira.
Tal resultado foi impulsionado pelo receio de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decida manter sua produção em sua próxima reunião, prevista para o dia 5 de março, em Viena.
Durante o pregão de hoje, o barril de petróleo Brent também quebrou seu recorde absoluto ao chegar ao preço de US$ 99,75 às 18h20 locais (15h20 de Brasília), superando os US$ 99,22 registrados no último dia 20.
Nos Estados Unidos, o Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou o dia a um preço recorde: US$ 100,88 por barril, coincidindo com um enfraquecimento do dólar e uma forte alta dos combustíveis de calefação.
A queda no valor da moeda americana também afetou o mercado de Londres ao estimular o investimento em matérias-primas que são negociadas em dólar, como o petróleo.
No entanto, o elemento que definiu o fechamento do preço do barril de Brent hoje foi a percepção entre os investidores de que a Opep decidirá manter ou inclusive diminuir sua produção na reunião do próximo dia 5.
Representantes de alguns dos 13 países-membros da entidade já indicaram que essa pode ser a tendência. Para ele, há reservas suficientes de gasolina e a demanda de petróleo diminuirá com a proximidade do verão no hemisfério norte.
Além disso, o encarecimento do petróleo nos dois lados do Atlântico se deve às inquietações geopolíticas.
Na semana passada, o Irã alertou às potências ocidentais que, caso aprovem novas sanções como punição pelo programa nuclear do país, seriam elas as que sofreriam, o que despertou nos mercados o temor de um corte na produção de petróleo.
Apesar de o Irã, membro fundador da Opep, insistir em que seu programa nuclear é civil, França, Reino Unido e Alemanha apóiam a aprovação de uma nova resolução internacional com sanções contra o país asiático.
Os mercados internacionais também observam com inquietação a incursão das Forças Armadas turcas no norte do Iraque para confrontos com militantes curdos, o que pode desestabilizar ainda mais a situação no Oriente Médio.