Um miliciano palestino morreu hoje em um tiroteio entre um comando guerrilheiro e soldados israelenses em uma passagem fronteiriça entre Gaza e Israel, see drugs informou a rádio do Exército israelense.
Os outros três guerrilheiros que participaram da operação contra o posto de controle israelense retornaram a Gaza, disse o porta-voz da Jihad Islâmica, Abu Ahmad, a uma emissora de rádio local.
Ahmad disse que o quarto miliciano ficou na passagem fronteiriça porque tinha capturado um soldado israelense e tentava levá-lo para Gaza.
Segundo a rádio do Exército israelense, nenhum militar se feriu na operação.
O incidente aconteceu na passagem de Kisufim, quando quatro milicianos atiraram de um jipe contra o acesso que liga o centro da Faixa de Gaza a Israel.
Um porta-voz do Exército israelense confirmou que os milicianos conseguiram “se infiltrar” em Israel e trocaram tiros com os militares israelenses que controlam a fronteira.
Ahmad disse depois, na Cidade de Gaza, que os palestinos participavam de uma operação suicida e que um jipe estava carregado com explosivos.
Para permitir que o veículo se aproximasse das cercas, dezenas de bombas foram lançadas antes, acrescentou o porta-voz.
A operação foi levada a cabo por dois milicianos da Jihad Islâmica e por dois das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, filiadas ao movimento nacionalista Fatah, liderado pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.
As Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa advertiram hoje em comunicado que se recusam a discutir um cessar-fogo “unilateral” com Israel, como Abbas propôs por várias vezes para, assim, eliminar um dos argumentos usados pelos israelenses para justificar suas operações.
“Pedimos um cessar-fogo condicionado, mútuo e simultâneo, que seja aplicado em Gaza e na Cisjordânia”, dizem as Brigadas.
Os milicianos acrescentam que não ficarão de braços cruzados “diante da política israelense de assassinatos seletivos”.
As facções palestinas estudam no Cairo a possibilidade de um cessar-fogo com Israel, assim como a situação criada pela violência interna entre milícias e as operações israelenses.
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