Brasília, 03 – A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 7,823 bilhões em maio, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 3, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O valor foi alcançado com exportações de US$ 31,904 bilhões e importações de US$ 24,081 bilhões.
O resultado de maio ficou acima da mediana das estimativas apontada pelo mercado financeiro na pesquisa Projeções Broadcast, de superávit comercial de US$ 7,5 bilhões, após saldo positivo de US$ 10,537 bilhões em abril. As projeções para esta leitura iam de US$ 7,2 bilhões a US$ 9 bilhões.
Detalhamento
Em maio, as exportações registraram alta de 6,6% na comparação com o mesmo mês de 2025, com crescimento de 9,8% em Agropecuária, que somou US$ 8,147 bilhões; queda de 1,9% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 6,960 bilhões; e, por fim, crescimento de 9,0% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 16,630 bilhões.
As importações subiram 5,3% em maio ante o mesmo mês de 2025, com queda de 7,8% em Agropecuária, que somou US$ 463 milhões; queda de 10,1% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 856 milhões; e, por fim, crescimento de 6,3% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 22,600 bilhões.
Acumulado
A balança comercial brasileira acumulou superávit comercial de US$ 32,662 bilhões no ano até maio, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC. O valor foi alcançado com exportações de US$ 148,571 bilhões e importações de US$ 115,908 bilhões e é 34,2% maior do que no mesmo período de 2025.
No acumulado de 2026, comparado ao mesmo período de 2025, as exportações registraram alta de 8,7%, com crescimento de 7,3% em Agropecuária, que somou US$ 34,527 bilhões; alta de 17,3% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 36,470 bilhões; e, por fim, crescimento de 5,6% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 76,760 bilhões.
As importações subiram 3,2% de janeiro a maio de 2026 ante o mesmo período de 2025, com queda de 19,0% em Agropecuária, que somou US$ 2,260 bilhões; queda de 6,2% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 4,722 bilhões; e, por fim, crescimento de 4,2% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 108,146 bilhões
Estadão Conteúdo