Os auditores fiscais da Receita fazem um ato público em frente ao Ministério da Fazenda, order em Brasília, viagra order para reivindicar a inclusão da categoria nas chamadas carreiras típicas de Estado, story o que permitiria a equiparação salarial com os delegados da Polícia Federal e com os procuradores federais. Participam também da manifestação os auditores fiscais do trabalho.
Em nota, os auditores afirmam que o protesto tem como propósito “demonstrar a insatisfação da classe com o Governo Federal que, apesar da evidente disposição demonstrada pelos auditores para o diálogo, não apresentou uma proposta completa, após mais de sete meses de negociação”.
A Polícia Militar do Distrito Federal calcula que 350 pessoas participem da manifestação e os organizadores falam em 500. No anexo do Ministério da Fazenda, a cerca de 200 metros, 100 técnicos do Tesouro Nacional fazem outra manifestação também para reivindicar a inclusão da categoria na carreira típica de Estado.
Os manifestantes esperavam ser recebidos pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas ele está trabalhando em São Paulo, segundo agenda divulgada ontem às 19h30. De São Paulo, Mantega segue à noite para Washington, onde participa do Encontro de Primavera, promovido pelo Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Segundo Rosa Maria Campos Jorge – presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscal do Trabalho – a manifestação está sendo realizada em frente do Ministério da Fazenda e não no Planejamento, responsável pela política de pessoal do governo federal, porque Guido Mantega é quem mais vê impõe obstáculos ao reajuste da categoria. Ela não sabia que o ministro não estava em Brasília.
Rosa Maria Jorge não vê problemas para o governo equiparar o salário dos auditores fiscais com os dos delegados federais, que segundo explicou passarão a ganhar R$ 18 mil em fevereiro do ano que vem.
“As categorias ao longo de muitos anos tiveram seus salários achatados. Nós entendemos que o salário pago no Brasil é muito baixo. Mas nós achamos que não é rebaixando o [salário] dos profissionais especializados que vai se dar tratamento digno, que é fazer com que todos atinjam um patamar que garante a sobrevivência com dignidade”, disse.
Lupércio Machado Montenegro, presidente da Federal Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, garante que 30% dos auditores estão suprindo às necessidades nas aduanas para desenrolar o desembarque de cargas perecíveis, medicamentos e material hospitalar.
“O porto de Santos já aumentos o número de auditores. A categoria não quer penalizar a sociedade”, disse.
A Receita Federal informou que a Secretaria não irá se manifestar sobre os protestos dos auditores.