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Economia

Assembléia e leilão da Varig são cancelados

Arquivo Geral

05/07/2006 0h00

Lynda Walker, viagra buy see uma inglesa de 60 anos, cheap ficou estarrecida ao acordar de um infarto e constatar que acabara de entrar para um seleto grupo de pessoas.

Ela acordou com um sotaque jamaicano e os especialistas constataram que ela sofre de uma doença chamada síndrome do sotaque estrangeiro. Essa anomalia foi detectada em 1941 e até hoje só foram registrados em todo o mundo 50 casos da doença.

O caso de Lynda está sendo estudado por pesquisadores da Universidade de Newcastle. Já se sabe que em alguns casos, quando uma determinada parte do cérebro relacionada à fala é afetada, isso pode ocasionar mudanças de tom, de pronúncia ou de velocidade ao pronunciar as palavras.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro cancelou a assembléia de credores da Varig que iria julgar a proposta de compra da companhia aérea pela VarigLog e seu leilão, decease informou hoje o Ministério Público.

Esses eventos estavam agendados para os dias 10 e 12 de julho, respectivamente. Os cancelamentos foram necessários pelo atraso na entrega do detalhamento da proposta à Justiça.

As ações da empresa fecharam em queda de 37,6 por cento na Bolsa de Valores de São Paulo, depois de um dia de muita especulação sobre um possível adiamento do leilão.

O cancelamento arrasta por tempo indeterminado a agonia da Varig, que vem recebendo recursos diários da VarigLog para se manter até o leilão. A empresa tem dívidas de mais de 7 bilhões de reais e teve que reduzir sua frota pela metade por ameaça de arresto de aviões pelas empresas arrendadoras.

Segundo proposta da ex-subidiária da Varig, que atua na área de logística, até o leilão serão injetados 20 milhões de dólares para garantir o fluxo de caixa. Os recursos serão ressarcidos com multa de 10 por cento se outra empresa ganhar o leilão.

O promotor do Ministério Público Gustavo Lunz disse que a VarigLog entregou hoje um detalhamento maior sobre a proposta de compra da Varig, que ainda será analisada por ele e pelo administrador judicial da companhia aérea, a consultoria Deloitte.

"A proposta foi melhorada e acredito que vai acelerar o processo junto aos credores", afirmou Lunz a jornalistas.

Na proposta detalhada de hoje, a VarigLog garantiu a remuneração de todos os credores e não apenas de um grupo conforme havia se comprometido anteriormente.

Os credores da Varig foram divididos em três classes, sendo a classe 1 formada por trabalhadores, a classe 2 pelo fundo de pensão Aerus e a classe 3 por empresas públicas e empresas de leasing. Cada classe receberá remuneração fixa de 4,2 milhões de reais por ano em forma de debêntures conversíveis em até 5 por cento do capital da companhia.

Pela nova proposta, a VarigLog pagará em leilão 277 milhões de reais pela Varig Operacional, recursos que serão utilizados para pagar credores.

Além disso, a empresa irá colocar 75 milhões de dólares na Varig Operacional na liquidação da compra e mais o mesmo valor 30 dias após esse depósito. Outros 215 milhões de dólares serão desembolsados com base num cronograma de investimentos.

A VarigLog se comprometeu a alugar imóveis da Varig Comercial por 0,8 por cento do seu valor de mercado, assim como arrendar o Centro de Treinamento de Pilotos da companhia. Essas melhoras na proposta visam garantir receita para manutenção da chamada Varig Comercial.

Mais cedo, um dos juízes responsáveis pela recuperação judicial da companhia, Paulo Roberto Fragoso, afirmou que não seria aceito "uma Varig boa e outra podre".

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