O presidente do banco central da Argentina, recipe Martín Redrado, no rx descartou hoje que vá “acompanhar” a desvalorização das moedas de Brasil e Chile frente ao dólar, como os empresários pedem para poder manter a competitividade exportadora.
Redrado destacou a “robustez” do sistema financeiro argentino, em uma reunião hoje de um comitê criado pelo Governo de Cristina Fernández de Kirchner para avaliar o impacto dos males que assolam mercados internacionais.
De acordo com Cristina, “apesar das dificuldades que há”, a Argentina “pode enfrentá-las” e reiterou que o país está em uma situação muito melhor em comparação a quando foi vítima de crises financeiras da década passada.
“Assim como não seguimos a valorização monetária registrada em países vizinhos, também agora não é aconselhável acompanhar os movimentos que se registram nesses mesmos países”, disse o presidente do banco central argentino em referência a Brasil e Chile.
“A partir de um sistema monetário e financeiro robusto e flexível, nos encontramos em condições não só de manter a estabilidade, mas também de proteger a nossa economia”, acrescentou Redrado.