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Economia

Argentina confirma negociações com Embraer

Arquivo Geral

07/08/2008 0h00

O secretário de Transportes argentino, abortion Ricardo Jaime, ed confirmou hoje negociações com a Embraer para renovar a frota da Aerolíneas Argentinas e de sua subsidiária Austral.


“O plano a médio prazo é poder renovar toda a frota (para vôos domésticos) que está sendo operada por aviões MD, para que no futuro possamos operar com aparelhos da Embraer, de 70 a 90 lugares”, disse Jaime a uma comissão de deputados que analisa o resgate da Aerolíneas Argentinas.


“Iniciamos as negociações para isso. Viajaremos em breve ao Brasil para ver quais são as condições gerais, disponibilidade (de entrega de aviões) e condições de crédito”, disse.


Somente pouco mais da metade da frota que opera em vôos domésticos na Argentina está em condições técnicas para voar.


Esse número é insuficiente para cobrir as rotas assumidas pela Aerolíneas Argentinas, que controla 80% do mercado doméstico.


Fontes sindicais consultadas pela Agência Efe indicaram que a Argentina gastaria cerca de US$ 400 milhões para renovar a frota da companhia aérea.


A negociação com a Embraer pode ser facilitada pelo fato de a Argentina estar encontrando dificuldades para conseguir crédito no exterior, o que atrapalharia a negociação com Boeing e Airbus, que tradicionalmente fornecem aparelhos para a Aerolíneas Argentinas.


Além disso, a Embraer surge como uma aposta mais segura por causa da aliança política entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a governante da Argentina, Cristina Fernandez de Kirchner.


Nesta segunda-feira, os dois governantes incluíram a situação da Aerolíneas Argentinas na agenda de um diálogo bilateral que ocorreu em Buenos Aires.


A Aerolíneas Argentinas tem uma dívida de US$ 890 milhões e perde cerca de US$ 1 milhão por dia, além de ter a metade de sua frota parada por problemas técnicos.


 

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    “O plano a médio prazo é poder renovar toda a frota (para vôos domésticos) que está sendo operada por aviões MD, para que no futuro possamos operar com aparelhos da Embraer, de 70 a 90 lugares”, disse Jaime a uma comissão de deputados que analisa o resgate da Aerolíneas Argentinas.


    “Iniciamos as negociações para isso. Viajaremos em breve ao Brasil para ver quais são as condições gerais, disponibilidade (de entrega de aviões) e condições de crédito”, disse.


    Somente pouco mais da metade da frota que opera em vôos domésticos na Argentina está em condições técnicas para voar.


    Esse número é insuficiente para cobrir as rotas assumidas pela Aerolíneas Argentinas, que controla 80% do mercado doméstico.


    Fontes sindicais consultadas pela Agência Efe indicaram que a Argentina gastaria cerca de US$ 400 milhões para renovar a frota da companhia aérea.


    A negociação com a Embraer pode ser facilitada pelo fato de a Argentina estar encontrando dificuldades para conseguir crédito no exterior, o que atrapalharia a negociação com Boeing e Airbus, que tradicionalmente fornecem aparelhos para a Aerolíneas Argentinas.


    Além disso, a Embraer surge como uma aposta mais segura por causa da aliança política entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a governante da Argentina, Cristina Fernandez de Kirchner.


    Nesta segunda-feira, os dois governantes incluíram a situação da Aerolíneas Argentinas na agenda de um diálogo bilateral que ocorreu em Buenos Aires.


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