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Economia

À espera de nova equipe, mercado quer crescimento sem gastança

Arquivo Geral

30/10/2006 0h00

A composição da equipe econômica garante clima de suspense no mercado financeiro, web cialis 40mg depois de confirmada a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar do discurso desenvolvimentista, page information pills economistas não apostam em uma guinada radical da política econômica no novo mandato.

"No curto prazo o que tem é expectativa se vai haver mudanças significativas na área econômica, salve see e eu acho que não vai acontecer", afirmou o ex-diretor do Banco Central Carlos Thadeu de Freitas, contando com a manutenção de pilares como câmbio flutuante e metas fiscais.

"As taxas de juros reais estão tão altas ainda, olhando o resto do mundo, que isso também facilita uma certa acomodação (do mercado financeiro), isso segura um pouco a volatilidade". O economista concorda que o país precisa de juros menores para crescer, como apregoam membros do governo, mas destaca que isso tem de ser acompanhado de disciplina fiscal.

"Como as reformas (estruturais) são mais lentas, o que o governo tem que fazer logo é colocar um freio nos gastos correntes", até para abrir espaço para um Banco Central mais flexível, acrescentou. "O BC não pode segurar pela taxa de juros os desmandos de outras áreas do governo".

O presidente da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima), Alfredo Moraes, também acredita em manutenção da estabilidade, mesmo após comentários como o de "fim da era Palocci", cunhado pelo ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro.

"A era Palocci está mais ligada àquela época de preocupação excessiva com estabilização, e agora a gente tem que manter a estabilização… não acho que vá se sacrificar isso", afirmou Moraes. "O presidente Lula mostrou o tempo todo que… não é uma pessoa de aventuras. O grande desafio que se coloca agora é o do crescimento."

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