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Concursos & Carreiras

Ministério da Gestão convoca para 1.860 vagas remanescentes do CPNU 1

A iniciativa visa recompor o quadro de servidores federais com ênfase em diversidade e inclusão, abrangendo cargos em áreas estratégicas como gestão e políticas agrárias.

Redação Jornal de Brasília

24/03/2026 8h06

Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) divulgou, nesta terça-feira (24/3), a convocação de candidatos para 1.860 vagas remanescentes da primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 1). Essas vagas representam 21% do total de 8.573 ofertadas, incluindo as originalmente previstas e as autorizadas posteriormente.

Nesta rodada, foram classificados candidatos para 131 dos 173 cargos originalmente ofertados, excluindo os que exigem curso de formação na Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e os vinculados às Agências Reguladoras. As vagas abrangem áreas como gestão pública, planejamento governamental, políticas agrárias, produção de dados e desenvolvimento científico e tecnológico.

O cargo com maior número de vagas é o de Analista Técnico-Administrativo, com 399 oportunidades, seguido por Analista em Reforma e Desenvolvimento Agrário, com 201 vagas. Outros destaques incluem Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Informações Geográficas e Estatísticas (128 vagas), Tecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas (112 vagas) e Analista em Ciência e Tecnologia (101 vagas).

Na área agropecuária e sanitária, há 59 vagas para Engenheiro Agrônomo, 56 para Agente de Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal, 53 para Agente de Atividades Agropecuárias e 53 para Auditor-Fiscal Federal Agropecuário. Para políticas indígenas, foram aprovadas 21 indígenas, com 141 vagas para Especialista em Indigenismo e 74 para Técnico em Indigenismo, fortalecendo a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Outros cargos incluem Analista Administrativo (77 vagas), Administrador (66 vagas), Contador (31 vagas), Economista (37 vagas) e Engenheiro (20 vagas), além de profissionais em estatística, medicina, psicologia, biblioteconomia, arquivologia e comunicação social.

A distribuição prioriza a inclusão: 1.390 vagas para ampla concorrência (74%), 329 para pessoas negras (18%), 122 para pessoas com deficiência (7%) e 29 para indígenas (2%). Essa estrutura reforça as políticas de ações afirmativas no serviço público federal.

Os órgãos com mais vagas são o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), com 333; o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com 312; a Funai, com 215; o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com 211; e o MGI, com 200. Outros incluem a Advocacia-Geral da União (AGU), com 184 vagas, e diversos ministérios como Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Justiça e Segurança Pública (MJSP), Saúde (MS), Cultura (MinC) e Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O CPNU 1 marcou a seleção pública federal com provas simultâneas em todo o país e mais de 2,1 milhões de inscritos. Entre 2023 e 2025, 16,5 mil pessoas ingressaram no serviço público via CPNU e outros concursos, integrando esforços para modernizar a administração pública e promover diversidade.

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