“É um grupo que se dá muito bem junto. É uma equipe que se diverte, que se ajuda, que é muito homogênea. E isso me dá uma tranqüilidade grande. Acho que é uma tranqüilidade para o futuro do voleibol brasileiro”, afirmou o treinador neste domingo.
A melhor colocação do Brasil em um Mundial foi o vice-campeonato, em São Paulo, em 1994, quando a seleção caiu nas finais diante de Cuba. Zé Roberto crê na força de vontade de suas jogadoras para conseguir um desempenho bom como o de 12 anos atrás.
“Acho que esse grupo realmente é interessante, especial. Espero que continue dando alegrias para o voleibol brasileiro, por ter essa vontade, essa determinação. É isso que elas têm mostrado em todas as competições desde o início desse ciclo olímpico. Essas jogadoras sonham, trabalham e querem ganhar grandes títulos”, elogiou o técnico.
Apesar do otimismo, o treinador mantém os pés no chão. “Vamos em busca de um título inédito, mas temos de continuar lúcidos, atentos. Disputaremos 11 jogos em duas semanas, temos um novo regulamento, no qual todas as seleções levarão os resultados obtidos para a segunda fase”, analisou.
Ele ainda pediu atenção para a estréia contra Porto Rico. “Porto Rico é um time que treinou bastante, está despontando agora no cenário internacional, certinho, bem treinado. Na Copa Pan-Americana, fomos derrotados por esse time. Foi a única derrota que sofremos naquela competição. É um time que defende bem, contra-ataca bem”, disse.
A equipe porto-riquenha já venceu a seleção brasileira neste ano. Jogando em casa, na Copa Pan-americana, competição em que o Brasil foi campeão, as jogadoras de Porto Rico souberam impor seu ritmo e venceram por 3 sets a 2.