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Brasil

Zé Roberto ainda não decidiu corte na seleção que vai ao Mundial

Arquivo Geral

10/10/2006 0h00

A seleção feminina de vôlei vive forte expectativa nesta semana. A cinco dias da viagem para o Campeonato Mundial do Japão, o grupo conhecerá nesta sexta-feira a última jogadora que será cortada do grupo que tentará o inédito título a partir do dia 31 de outubro. A decisão será do treinador José Roberto Guimarães, que admite ter em mãos difícil decisão.

“Será a parte mais complicada. Vou chorar muito depois deste corte porque será o último antes do Mundial, que só acontece de quatro em quatro anos, e todas as jogadoras estão se empenhando. Começamos a discutir este assunto na semana passada e ainda não decidimos. Vou ver qual é a melhor opção para a equipe, qual jogadora poderá ajudar em todos os sentidos”, disse o treinador.

Atualmente, Zé Roberto conta com cinco pontas: Sassá, Jaqueline, Mari, Valeskinha e Paula Pequeno, que voltou à seleção após ausência de mais de um ano devido ao nascimento da filha Mel, há quatro meses. Estão treinando também as levantadoras Carol e Fofão; as opostos Renatinha e Sheilla; as meios-de-rede Carol Gattaz, Fabiana e Walewska; e a líbero Fabi.

Toda equipe está concentrada no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema, e treina forte antes da viagem do próximo domingo para a Alemanha, onde disputa dois amistosos com as anfitriãs nas próximas terça e quarta. A equipe chega no Japão no dia 23 e enfrenta na primeira fase Porto Rico, Cazaquistão, Holanda, Estados Unidos e Camarões.

“A equipe está no ponto que eu esperava. Estamos treinando todas as jogadoras em todas as posições, já pensando nas equipes que vamos enfrentar. Nestes dias que faltam para o início do Mundial daremos prioridade ao passe, à relação entre bloqueio e defesa e aos contra-ataques”, explicou Zé Roberto nesta terça-feira.

Sobre os amistosos na Alemanha, a esperança é de entrar no ritmo da competição. “Vamos aproveitar estes amistosos na Alemanha para dar ritmo de jogo ao grupo. Além disso, as alemãs poderão ser nossas adversárias na segunda fase, quando teremos chave bem mais difícil”, apostou Zé Roberto, lembrando que o Brasil cruzará com grupo que tem também China e Rússia.

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