Chefe de equipe da Fiat Yamaha na MotoGP, Davide Brivio parecia consolado com o desempenho de seus dois pilotos após o Grande Prêmio da Turquia da categoria, realizado no último final de semana. Na ocasião, o italiano Valentino Rossi foi apenas o décimo colocado, enquanto o norte-americano Loris Capirossi foi ainda pior, sem sequer completar a prova.
Mas Brivio não se exaltou, porque já previa uma corrida complicada para Rossi e Edwards. Segundo ele, a moto ainda não estava mal, mas o acidente do norte-americano – que envolveu ainda Olivier Jacque e Dani Pedrosa – e o mau desempenho dos pneus da 800cc do pentacampeão não pegaram a equipe de surpresa.
“Foi um contratempo, o qual esperamos que não se repita. A moto estava funcionando bem, e os pilotos também não estavam nada mal. Só nos resta trabalhar ainda mais com a Michelin para garantir que isso não volte a acontecer”, explicou Brivio, segundo o site oficial da categoria.
Apesar de consolado, Brivio ainda acredita que a arrancada decisiva da Yamaha irá começar no dia 20 de maio, data do GP da França, o primeiro após a passagem por Xangai. Por enquanto, as esperanças de colher bons resultados no traçado chinês ainda são pequenas.
“Não levaremos nada de novo para a China. Trabalharemos com o que temos em mãos”, garantiu o dirigente italiano, pouco otimista para a corrida do dia 6 de maio. “Devemos ter dificuldades em Xangai por conta das longas retas do traçado. Mas as corridas na Europa que virão na seqüência deverão ser mais favoráveis a nós”, completou.
Por enquanto, a liderança da temporada da MotoGP está nas mãos do australiano Casey Stoner, com 61 pontos. Ele tem vantagem de 10 pontos sobre Valentino Rossi, vice-líder, e de 35 sobra Colin Edwards, sexto colocado. Até aqui, a temporada teve três corridas, sendo apenas uma na Europa: em Jerez de la Frontera, onde Rossi venceu.
Mas Brivio não se exaltou, porque já previa uma corrida complicada para Rossi e Edwards. Segundo ele, a moto ainda não estava mal, mas o acidente do norte-americano – que envolveu ainda Olivier Jacque e Dani Pedrosa – e o mau desempenho dos pneus da 800cc do pentacampeão não pegaram a equipe de surpresa.
“Foi um contratempo, o qual esperamos que não se repita. A moto estava funcionando bem, e os pilotos também não estavam nada mal. Só nos resta trabalhar ainda mais com a Michelin para garantir que isso não volte a acontecer”, explicou Brivio, segundo o site oficial da categoria.
Apesar de consolado, Brivio ainda acredita que a arrancada decisiva da Yamaha irá começar no dia 20 de maio, data do GP da França, o primeiro após a passagem por Xangai. Por enquanto, as esperanças de colher bons resultados no traçado chinês ainda são pequenas.
“Não levaremos nada de novo para a China. Trabalharemos com o que temos em mãos”, garantiu o dirigente italiano, pouco otimista para a corrida do dia 6 de maio. “Devemos ter dificuldades em Xangai por conta das longas retas do traçado. Mas as corridas na Europa que virão na seqüência deverão ser mais favoráveis a nós”, completou.
Por enquanto, a liderança da temporada da MotoGP está nas mãos do australiano Casey Stoner, com 61 pontos. Ele tem vantagem de 10 pontos sobre Valentino Rossi, vice-líder, e de 35 sobra Colin Edwards, sexto colocado. Até aqui, a temporada teve três corridas, sendo apenas uma na Europa: em Jerez de la Frontera, onde Rossi venceu.