“Essa derrota não é culpa do lado psicológico”, garantiu a atleta, uma das mais experientes do time. “Muito menos este jogo pode ser comparado com o fracasso nas Olimpíadas de Atenas”, emendou.
O jogo que a central se refere aconteceu na semifinal da competição grega. Na ocasião, as brasileiras tinham 2 sets a 1 no placar e venciam a quarta etapa por 24/19. Porém, tiveram um momento de desconcentração e permitiram a virada, perdendo a chance de chegar à sua primeira final olímpica da história.
Quadro tão radical não ocorreu na partida desta quinta, mas o Brasil tomou a virada duas vezes em momentos decisivos. No segundo set, a equipe de José Roberto Guimarães vencia por 23 x 21, mas acabou derrotada por 25/23. No tie-break, momento semelhante: 13 x 11 no placar, mas nova desconcentração e 15/13 na etapa.
Capitã do time, Fofão acredita que isso faz parte do jogo. “Estava tão igual que nós não podíamos dizer quem venceria até o último momento”, analisou a atleta, que apesar de não ter aposentadoria programada, provavelmente disputou o último Mundial da sua carreira. “Por sorte, a Rússia fez o último ponto. Meus parabéns a elas”, completou.
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