A partida entre Finasa Osasco e Rexona-Ades no próximo sábado irá colocar frente a frente as duas melhores equipes da Superliga feminina de vôlei nos últimos três anos. Como era esperado, paulistas e cariocas têm feito partidas muito equilibradas até aqui, com a série final de cinco jogos empatada em 2 x 2. Por isso, para tentar repetir o desempenho da última partida em Niterói e faturar o quarto título de sua história, a equipe da Grande São Paulo tem uma carta na manga: a meio-de-rede Valeskinha.
A jogadora participa de nada menos do que sua décima final consecutiva da competição e, mesmo que não vença, já tem assegurado uma marca: a de bloqueio mais eficiente da história da Superliga. Aos 30 anos de idade, 13 como profissional e 609 pontos na função, a jogadora comemora os feitos, mas evita fazer planos para uma eventual aposentadoria das quadras.
“Conquistar marcas históricas como esta é sempre difícil, mas neste momento o fundamental é lutar para alcançar o título do torneio”, diz ela, que mostra confiança no trabalho realizado pelo técnico Luizomar de Moura. “Fizemos uma boa preparação e o importante será jogar com muita concentração”, adverte.
Nascida e criada na cidade de Niterói, que recebe a última partida da temporada, Valeskinha espera ser presenteada com o apoio dos torcedores, familiares e amigos para tentar superar a equipe do técnico Bernardinho. “Conto com a torcida dos meus familiares e dos amigos. Os aplausos e o grito das arquibancadas incentivam o time durante o confronto”, explicou a jogadora.
Por coincidência, a dona da rede osasquense estará comemorando 31 anos na próxima segunda-feira, um dia após a decisão. Por isso, Valeskinha espera poder ajudar a devolver o título ao time paulista, que foi conquistado com um