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Brasil

União Química aguarda liberação do uso emergencial da Sputnik V na próxima semana, 10mi doses devem ser negociadas

A aquisição está condicionada a que o imunizante receba aval da Anvisa para uso emergencial e que o preço seja competitivo

Redação Jornal de Brasília

05/02/2021 17h35

Vacina Sputnik V. Foto: Divulgação/ Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF)

O diretor de negócios internacionais da farmacêutica União Química, Rogério Rosso, afirmou que espera que a Anvisa aprove o uso emergencial no Brasil da vacina Sputnik V contra o novo coronavírus na próxima semana.

À Reuters, ele disse que a empresa espera trabalhar em um contrato até quarta-feira com o Ministério da Saúde para 10 milhões de doses iniciais importadas considerando o preço de referência de 10 dólares por dose.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, manifestou hoje (5) a representantes do laboratório brasileiro União Química interesse de comprar 10 milhões de doses importadas da Rússia. A aquisição está condicionada a que o imunizante receba aval da Anvisa para uso emergencial e que o preço seja competitivo.

“Iremos contratar e comprar as 10 milhões de doses se o preço for plausível, e efetuaremos o pagamento após a Anvisa dar a autorização para uso emergencial da ‘Sputnik V’, fazendo a disponibilização imediatamente aos brasileiros. E futuramente, a depender dos entendimentos que tivermos com a União Química, interessa-nos também adquirir a produção que a empresa vier a fazer no Brasil dessa vacina”, acrescentou Franco.

A quantidade de doses se baseou em documento apresentado à pasta pelo Fundo Soberano Russo/Instituto Gamaleya, da Rússia, onde a substância é fabricada. No Brasil, a vacina será feita em uma linha de produção no Distrito Federal sob responsabilidade da farmacêutica União Química.

O cronograma encaminhado pelo instituto indica que podem ser exportadas ao Brasil 400 mil doses uma semana após assinatura do contrato de compra. Outros dois milhões estariam no Brasil um mês depois e mais 7,6 milhões ao longo do segundo e terceiro meses.

Com informações do Ministério da Saúde

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