O primeiro foguete brasileiro de propulsão híbrida será lançado em abril de 2009. A tecnologia, viagra dosage inédita no país, malady foi desenvolvida na Universidade de Brasília, viagra 40mg com o apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB). O Brasil domina a propulsão química, de combustíveis sólidos, e agora avança na propulsão híbrida, que mistura combustíveis sólido e líquido. A nova alternativa, além de ser mais barata, permite o maior controle da combustão e, assim, reduz o risco de acidentes.
A UnB faz os últimos testes antes de levar o foguete ao Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte. Uma falha no sistema, provavelmente elétrico, impediu o teste de força programado para a manhã de quinta-feira, 19 de fevereiro. “Vamos desmontar o foguete para detectar exatamente o que houve pela manhã, mas na sexta-feira a tarde (dia 20) faremos o teste”, afirma o professor da Engenharia Mecânica da UnB e responsável pelo projeto de pesquisa, Carlos Alberto Gurgel.
O teste serve para avaliar a força que o foguete consegue gerar para o cálculo da sua trajetória antes do lançamento. A expectativa é que ele consiga atingir altitude de 6 km e alcance de 15 km, segundo o tecnólogo do Instituto de Aeronáutica e Espaço, José Bezerra Pessoa Filho. Ele destaca que a UnB é a única do país com estudos em propulsão híbrida.
“Avançamos em muitos aspectos e hoje temos uma tecnologia bem madura”, ressalta o professor da UnB, Gurgel. Ele desenvolve o estudo desde 2002. Dois anos depois, o projeto passou a integrar o Programa Uniespaço da AEB. O foguete passa por testes há cinco anos, esta foi a primeira vez que houve problemas técnicos.