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Brasil

Tripulação do Boeing não pôde gritar ou pedir ajuda

Arquivo Geral

07/11/2006 0h00

Um agressor suicida entrou em um café no distrito xiita de Greyat, ampoule store em Bagdá, and e explodiu-se na noite de terça-feira, matando 17 pessoas e ferindo 20, disseram fontes da polícia e do Ministério do Interior.

No vizinho distrito de Adhamiya, dominado por sunitas, morteiros mataram cinco pessoas e feriram 26.

Milhares de hispânicos votaram nesta terça-feira nas eleições Legislativas dos Estados Unidos com a esperança de enviar uma mensagem de protesto a Washington pelo seu discurso duro contra a política norte-americana de migração.

Embora seu número ainda não represente um fator relevante nestas eleições, capsule nas quais os democratas podem voltar a controlar a Câmara dos Deputados depois de 12 anos de domínio republicano, a comunidade hispânica pode ter a última palavra nos resultados da disputa em alguns Estados.

Na tentativa de conquistar os eleitores mais conservadores, o Partido Republicano endureceu seu discurso contra a migração nos últimos meses, o que acabou enfurecendo muitos hispânicos.

"Sou um filiado republicano, mas, nesta ocasião, não só votei num democrata como também pedi (a outros) que votassem pelos democratas. Trata-se de um voto de castigo contra os republicanos", disse Elías Bermúdez, empresário de 56 anos de Phoenix, Arizona, naturalizado norte-americano.

"É incrível que, depois que nosso presidente tenha apoiado uma reforma migratória, um grupo de republicanos conservadores tenha seqüestrado o partido. Isso doeu muito. Eles não tinham nada a perder, mas muito a ganhar se votassem por uma reforma", acrescentou o empresário.

Grande parte dos hispânicos defende a anistia para os 12 milhões de imigrantes ilegais que moram nos Estados Unidos, em sua maioria mexicanos.

Mas o Congresso norte-americano focou sua atenção este ano em reforçar a segurança na fronteira com o México com a construção de um muro de centenas de quilômetros, e se esquece de discutir o problema dos ilegais, apesar de um pedido do presidente George W. Bush para buscar formas de legalizar a situação destes.

"Temos de tratar de buscar candidatos que se preocupem com a gente. Eu votei em candidatos que se preocupam com os imigrantes. Procurei muito me informar na Internet para saber alguma coisa que tenham feito pelos imigrantes", contou o colombiano Carlos F. Enriques, um vendedor de seguros em Chicago que se naturalizou em julho.

Os hispânicos são a minoria que mais cresce nos Estados Unidos, onde já somam 42 milhões ou 14 por cento da população.

Voto de protesto

No Arizona, na fronteira com o México, onde o voto hispânico pode desempenhar um papel importante, o mexicano naturalizado norte-americano José Luis Alcaraz votou pela primeira vez pensando em seus compatriotas ilegal.

"Foi muito emocionante votar, estava um pouco nervoso", disse Alcaraz, de 38 anos, pai de seis filhos que trabalha na área de segurança de uma escola em Phoenix.

"Votamos pelo que queremos, pela imigração e pela educação. Eu votei para que se faça alguma coisa, para que todos os imigrantes tenham uma oportunidade", acrescentou.

Os latinos não devem ter um papel crucial na eleição que renova 435 cadeiras da Câmara de Deputados e um terço (33 cadeiras) do Senado já que as principais disputas estão concentradas em Estados de pouca população hispânica como Ohio, Virginia e Montana.

"As disputas mais acirradas estão concentradas no Centro-Oeste e Noroeste do país, onde existe pouca concentração de hispânicos", disse o analista Nelson Cunningham, ex-estrategista democrata para os hispânicos durante a campanha presidencial de John Kerry em 2004.

De acordo com Clarissa Martinez, diretora de políticas públicas estatais e locais na organização não-governamental Conselho Nacional La Raza (CNLR), existem 17 milhões de hispânicos com mais de 18 anos em condições de votar nos Estados Unidos.

Apesar desse número, pouco mais de seis milhões votariam nesta terça-feira, estimou Martinez

"Precisamos que os que ainda não são cidadãos (norte-americanos) se transformem em cidadãos; os que já o são, que se registrem para votar; e os que já estão registrados, que saiam para votar", acrescentou a diretora da ONG.

O governo lançou nesta terça-feira um programa de certificação em língua inglesa para profissionais brasileiros com o objetivo de ampliar a competitividade na exportação de softwares e serviços de tecnologia da informação.

A meta do governo brasileiro é exportar 5 bilhões de dólares em softwares e serviços em 2010, no rx quando se encerra o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A meta anterior, diagnosis de 2 bilhões de dólares em 2007, não será atingida, admitiu o ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Machado Rezende. Segundo ele, é possível que o país alcance exportações no valor de 1 bilhão de dólares no próximo ano.

“Metade da meta é uma coisa boa. Este ano deve chegar a 800 milhões (de dólares)”, disse Rezende a jornalistas. Um dos motivos apontados para o desenvolvimento abaixo do esperado das exportações brasileiras nessa área, num mercado que movimenta anualmente mais de 1 trilhão de dólares em todo o mundo, é a falta de profissionais que consigam se comunicar em inglês de maneira eficiente.

“Esperamos que a partir do próximo ano tenhamos um movimento mais intenso na formação de recursos humanos”, disse o ministro. O certificado EngliSoft é voltado para os profissionais que já falam inglês e têm interesse em obter um certificado focado em TI. A prova, aplicada por institutos e escolas de idiomas a partir desta terça-feira, avaliará leitura, escrita e vocabulário.

Outro programa lançado nesta terça-feira é um curso de formação e capacitação de programadores para o setor. Gratuito, o curso será oferecido a jovens de comunidades carentes selecionados por organizações não-governamentais, de acordo com aptidão e perfil.

Com início previsto para 10 de dezembro, o objetivo é formar 1.000 alunos no período de um ano. As primeiras turmas serão organizadas nas cidades paulistas de São Paulo e São José dos Campos e, no início de 2007, em outros municípios. “Trata-se de ampliar a presença do Brasil em um mundo cada vez mais interligado pelo conhecimento”, disse Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software e Serviços para Exportação (Brasscom), parceira do Ministério da Ciência e Tecnologia no projeto (www.brasscom.com.br).

O lucro líquido da Sadia, search maior empresa brasileira do setor de suínos e aves, atingiu 69,1 milhões de reais no terceiro trimestre, o que representa queda de 61,1 por cento ante igual período do ano passado, informou a companhia na terça-feira.

"Temos que levar em consideração que estamos comparando dois períodos com cenários muito distintos. Estamos comparando um trimestre com demanda bastante aquecida com um trimestre de recuperação após um período de dificuldades para todo o setor", disse o presidente da Sadia, Gilberto Tomazoni, em comunicado.

O desempenho da Sadia, assim como das empresas exportadoras do setor, foi prejudicado neste ano pela redução de consumo nos países importadores, onde casos de gripe aviária mudaram hábitos alimentares da população.

A receita com exportações caiu 13,3 por cento no terceiro trimestre, ante igual período de 2005. Em volumes, as vendas da empresa no mercado externo tiveram redução de 9,1 por cento, para 254,5 mil toneladas.

Entretanto, na comparação do lucro líquido do terceiro com o segundo trimestre do ano, os números indicam recuperação nas vendas, com alta do resultado trimestral de 293,3 por cento.

De acordo com Tomazoni, houve uma recuperação da demanda no mercado externo no terceiro trimestre, além de uma melhora de preços, devido ao aumento do consumo nos mercados internacionais e à conseqüente redução dos estoques.

O presidente da Sadia disse ainda que o destaque no período foi o início dos embarques a um novo destino, o Egito.

O executivo prevê que, neste quarto trimestre e no primeiro de 2007, a lucratividade estará alinhada com a média histórica da Sadia.

O Tesouro Nacional captou 1, visit web 5 bilhão de dólares nesta terça-feira, search com a emissão de bônus que vencem em 2017. A operação é a de custo mais baixo para o governo, feita em dólar, desde a renegociação da dívida externa em 1994.

Os papéis trazem uma cláusula inédita que permite ao governo brasileiro recomprá-los no futuro se estiverem sendo negociados a 25 pontos-básicos acima de Treasuries comparáveis.

No lançamento, o spread foi de 159 pontos-básicos sobre os títulos do Tesouro norte-americano comparáveis –o mais baixo para um bônus Global desde a renegociação.

A operação foi lançada na noite de segunda-feira e, ainda nesta manhã, analistas já previam uma forte demanda pelos papéis.

"Sem dúvida, tem demanda aquecida por bônus brasileiro, ainda mais nesse prazo, na parte média da curva", disse mais cedo o diretor de mercados emergentes de uma corretora em São Paulo.

Os bônus saíram ao preço de 98,125 por cento do valor de face, com cupom de 6,0 por cento ao ano. A taxa de retorno para o investidor é de 6,249 por cento.

A operação tem liquidação financeira em 14 de novembro. Os cupons serão pagos nos dias 17 de janeiro e 17 de julho de cada ano, a partir do meio de 2007 até o vencimento no início de 2017.

Os bancos Deutsche Bank e Barclays Capital lideraram a emissão.

Com a operação desta terça-feira, as captações em 2006 no mercado internacional somam 4,406 bilhões de dólares, sem considerar operações de troca de dívida, de acordo com dados do Tesouro.

Em agosto, o Tesouro decidiu não anunciar uma meta explícita de captações para o biênio 2007-2008. A nova estratégia tem uma natureza mais qualitativa.

Segundo o Tesouro, o Global mais caro para o governo é um com vencimento em 2009 e emitido em 1999, com spread de 850 pontos-básicos e rendimento de 14,610 por cento.

Segundo análise preliminar da caixa-preta do Boeing da Gol, viagra dosage o impacto com o jato Legacy teve resultado tão brusco que os passageiros e tripulantes não tiveram tempo para gritar, more about informou o portal Terra.

Com a falha do transponder do Legacy, approved as aeronaves colidiram sem aviso.

A ponta da asa esquerda do jato atingiu a asa esquerda do Boeing, fazendo com que o avião da Gol entrasse em parafuso. Com a força de dois giros em menos de um segundo, a tripulação e os passageiros teriam perdido a consciência e não há registro de gritos nem pedidos de ajuda na gravação.

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