“Eu perguntei se ele está achando difíceis as coisas agora. Sua resposta foi absolutamente clara: ‘Se eu sentir falta das corridas, vou dirigir kart’”, disse Todt. “Brincadeiras à parte, se ele pedir para dirigir o novo carro nós deixaríamos com prazer”.
Todt declarou que o novo carro tem pouco de Schumacher nele, e que sua contribuição será agora em sua nova função, de assessor da equipe. “Em termos absolutos, há pouco da experiência de Schumacher nesse carro, já que o desenvolvemos tendo em vista o regulamento vigente e o atual time”, disse o francês completando que o ex-piloto contribuirá muito com a equipe em sua nova função.
“Tiraremos vantagem de Michael agora. Sua função é importante para o time. Ele é respeitado e ouvido. Será uma grande ajuda para mim agora que estou menos envolvido com o dia-a-dia do departamento esportivo”, disse Todt que deixou o posto de diretor geral para assumir o lugar de CEO da empresa, além de ser interinamente o chefe do departamento de corridas.
O chefe ferrarista também falou das condições dos atuais pilotos, Felipe Massa e Kimi Raikkonen nesta temporada, falando principalmente das expectativas do time em relação ao primeiro ano do piloto finlandês, que terá à sua disposição a equipe técnica que atendia a Schumacher.
"O time do Kimi será o que era de Schumacher ano passado, Chris Dyer será seu engenheiro de corrida, então não vejo muitas modificações aí. Nós ainda não fizemos muita coisa por ele, mas pretendemos dar-lhe bastante assistência e esperamos muito dele também. A vida é uma troca: um dá o outro recebe, e vice-versa”, filosofou Todt.
“Estamos muito felizes de ter o Kimi, o Felipe e o time atual. Esperamos muito de todos os membros da equipe, cada um terá que trabalhar muito para termos a atmosfera, a vontade e os resultados que queremos”, concluiu.
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