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Brasil

Teste do pezinho na faixa etária adequada tem aumento e chega a 70,1%

Arquivo Geral

06/06/2013 19h07

Um total de 2,4 milhões de recém-nascidos foi submetido em 2012 ao exame laboratorial conhecido como “teste do pezinho”, fase primária da triagem neonatal. Dessa soma, 70,1% das coletas foram realizadas na faixa de idade adequada, entre o terceiro e o quinto dia do nascimento.

Em 2010, a proporção foi de 57,6% e, em 2011, 62%, de acordo com a Agência Saúde. Da mesma forma, o conjunto de enfermidades hereditárias apontadas pela investigação é maior. Em maio, houve a incorporação da Fase IV no Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). Com isso, o PNTN começou a fazer a detecção, tratamento e acompanhamento de mais duas doenças (hiperplasia adrenal congênita e deficiência da biotinidase), passando de quatro (hipotireoidismo congênito e fenilcetonúria, doença facilforme e outras hemoglobinopatiases fibroses císticas) para seis.

O teste, que é obrigatório no Brasil, foi determinado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2001 para tornar possível a detecção prematura de pelo menos quatro moléstias – hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria, fibrose cística e doença falciforme. O programa abarca, além dos exames e detecção de doenças, o acompanhamento e tratamento dos pacientes, muitas vezes, durante toda a vida.

“O recém-nascido com doença genética, que inicia o tratamento em até 20 dias, após o nascimento, reduz ou até evita consequências clínicas da doença, como sequelas e lesões”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Hoje, R$ 52 milhões são destinados aos gestores estaduais para realizar a triagem neonatal.

AE

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