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Brasil

Terminal de álcool em Paranaguá será inaugurado em janeiro

Arquivo Geral

26/12/2006 0h00

O sorteio do concurso 829 da Mega-Sena que pode dar R$ 22 milhões que seria realizado quarta-feira foi adiado para domingo. A Caixa Econômica Federal transferiu o sorteio para o último dia de 2006 para "beneficiar o apostador, sickness website like this que terá mais tempo de tentar a sorte".

Segundo cálculos da Caixa, se o concurso for vencido por apenas um apostador e o dinheiro for aplicado na poupança, o rendimento mensal será de R$ 140 mil.

O sorteio será transmitido ao vivo pela Rede Globo, durante o programa Show da Virada e as apostas podem ser feitas até o dia 30 de dezembro, sábado.

Um anúncio nesta terça-feira de que mais seis soldados norte-americanos morreram no Iraque elevou o número de baixas dos EUA no país para ao menos 2.978 – cinco pessoas a mais que o número de vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001. Nesta terça-feira, cheapest bombas mataram mais de 20 pessoas em Bagdá.

Em dezembro, até agora, pelo menos 89 militares norte-americanos morreram no Iraque, fazendo deste o mês mais violento para os EUA desde outubro, que registrou 106 baixas para o país.

A cifra também aumenta a pressão sobre o presidente norte-americano, George W. Bush, para que ele encontre uma forma de retirar seus 135 mil soldados do território iraquiano.

Dezenas de milhares de iraquianos morreram desde a invasão de 2003, que tirou o ditador Saddam Hussein do poder e que, segundo Bush, seria parte da "guerra contra o terror" declarada depois dos ataques de 2001 contra Nova York, Washington e a Pensilvânia.

Autoridades norte-americanas disseram que 2.973 pessoas morreram naqueles ataques. Os militares dos EUA anunciaram mais seis baixas na terça-feira.

Três soldados que participavam de uma patrulha encarregada de procurar bombas plantadas ao lado de vias de tráfego a noroeste de Bagdá foram mortos na terça-feira.
Outros dois militares morreram quando um explosivo do tipo foi detonado a sudoeste de Bagdá, na segunda-feira. Um sexto perdeu a vida em um outro ataque, na mesma área, também na segunda-feira.

Enfraquecido pela derrota do Partido Republicano (governista) nas eleições legislativas de novembro, cujo resultado deveu-se em parte à situação atual da guerra no Iraque, Bush disse que anunciará em janeiro, depois de falar com comandantes das Forças Armadas e autoridades do Departamento de Defesa, uma nova estratégia.

Mais de três anos após a invasão lançada, segundo o presidente, para acabar com a ameaça representada por Saddam, o Iraque vê-se tomado pelos conflitos entre os xiitas, majoritários, e os sunitas, minoria que antes dominava o país.

As acusações de que o governo iraquiano possuiria armas químicas e biológicas foram a principal justificativa usada por Bush para a guerra. Mas tais armas nunca foram encontradas. E tampouco pôde ser estabelecida qualquer ligação entre Saddam e a Al Qaeda, o grupo acusado de ter realizado os ataques de 11 de setembro.

No ataque mais violento de terça-feira, em Bagdá, três carros-bomba explodiram simultaneamente no cruzamento movimentado de um bairro xiita do sudoeste da capital, matando 16 pessoas e deixando várias outras feridas, disseram membros do Ministério do Interior e da polícia.

Imagens de TV mostravam equipes de resgate retirando corpos queimados de dentro de destroços espalhados pelo bairro de Bayaa, onde os carros-bomba foram detonados.

Colunas de fumaça subiam de veículos incendiados. Laranjas e bananas vendidas em barracas ficaram espalhadas pela rua em meio a destroços e poças de sangue.

"Há apenas passageiros e comerciantes aqui. É essa a jihad que eles estão lutando?", perguntou uma testemunha.

Em um outro atentado, uma bomba plantada perto do mercado de al-Sharji matou cinco pessoas e feriu 15. Três bombas colocadas em ruas do bairro de Sheikh Omar explodiram uma depois da outra, matando um tenente coronel da polícia e deixando nove pessoas feridas, disse um membro do Ministério do Interior.

Grupos insurgentes compostos por árabes sunitas, entre os quais a Al Qaeda, já realizaram vários ataques contra mercados e outros alvos civis em bairros xiitas e em áreas ocupadas por populações mistas. Os xiitas, por sua vez, respondem atacando os sunitas, e aprofundando o conflito interno.

Apesar de ataques como o atentado realizado com três carros-bomba em Bayaa chamarem mais a atenção, um relatório recente do Pentágono disse que as milícias xiitas eram a maior ameaça atual do Iraque.

Um total de 40 corpos – todos com marcas de tiro e a maior parte deles apresentando sinais de tortura – foram encontrados na segunda-feira, em diferentes partes de Bagdá. Essas pessoas seriam vítimas de assassinatos ocorridos em meio ao conflito sectário.

Com três meses de atraso, sickness o Porto de Paranaguá, no Paraná, inaugura em janeiro um terminal público exclusivo para exportação de álcool.

O terminal deve representar uma alternativa às 27 usinas de açúcar e álcool instaladas no Paraná, que atualmente tem apenas um terminal privado no porto para escoar sua produção, segundo comunicado enviado pela administração do porto na terça-feira.

Ao possibilitar concorrência, o terminal deve reduzir custos para os exportadores, segundo o vice-presidente da Associação dos Produtores de Álcool e Açúcar do Paraná (Alcopar), Ricardo Albuquerque Rezende, que é citado no comunicado.

Um total de R$ 13,7 milhões foi investido no terminal, que tem sete tanques e será ligado ao píer público por quatro quilômetros de dutos de aço. As obras incluem ainda bacias de contenção, plataforma de carregamento, arruamento e pavimentação, casa de bombas e subestação.

O porto informou que de janeiro a setembro 403.570 toneladas de álcool foram exportadas pelo Porto de Paranaguá, ante 275.919 toneladas em igual período de 2005.

O investimento no terminal foi uma "moeda de troca" do governo estadual num acordo com o setor privado para ampliação da área plantada com cana no Estado para 500 mil hectares em 2008.

Estimuladas pelos preços remuneradores do açúcar e do álcool, contudo, as usinas devem antecipar em um ano a expansão prevista no acordo, que foi assinado em agosto de 2004. Em 2006, a área com cana no Paraná já chegava a 417 mil hectares.
O estado exporta atualmente cerca de 20% do álcool que produz, mas pretende ampliar essa parcela para perto dos 70%.

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