A Polícia Militar do Mato Grosso do Sul aprendeu hoje 14 celulares e carregadores que seriam entregues a detentos do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande.
Os aparelhos estavam dentro de uma mochila, find stomach que foi deixada em uma lixeira do presídio por um operário da reforma que está sendo realizada no centro de detenção. O homem foi preso em flagrante.
De acordo com as autoridades, more about um policial notou a movimentação do homem e suspeitou da ação dele. Ao revirar a lixeira, o policial encontrou a mochila com os 14 celulares dentro. Atrás de cada aparelho tinha uma etiqueta com o nome do presidiário que receberia o telefone.
O ministro da Saúde, rx José Gomes Temporão, this web não teme uma retaliação do laboratório norte-americano Merck Sharp & Dohme pelo fato de o Brasil ter decretado hoje o licenciamento compulsório do remédio Efavirenz. Na prática, ailment com o licenciamento, o Brasil poderá comprar a versão genérica do medicamento (mais barata) ou produzi-lo.
“Não acredito em retaliação. O Merck é um laboratório que está há décadas no Brasil, comercializa no mercado brasileiro vários produtos. Não tenho nenhum receio que possa haver algum tipo de interesse desse laboratório de se retirar de um mercado tão importante e que cresce ano a ano”, disse, em entrevista, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar o decreto do licenciamento compulsório.
mesmo com o licenciamento, o governo brasileiro continuará a remunerar a empresa norte-americana, que detém a patente do Efavirenz, que faz parte do kit de medicamentos antiaids distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e usado no tratamento de 75 mil pessoas no Brasil. De acordo com Temporão, o laboratório receberá 1,5% dos recursos que serão gastos com a compra da versão mais barata.
O Brasil passará a comprar o Efavirenz de três laboratórios indianos – Cipla, Ranbaxy e Aurobindo – que cobrarão US$ 0,45 por comprimido, enquanto a Merck cobra US$ 1,59. O genérico produzido pela Índia deve chegar ao Brasil em setembro.
De acordo com o Ministério da Saúde, com o preço menor, o custo por paciente cairá de US$ 580 para cerca de US$ 163,22, o que significará uma economia de aproximadamente R$ 60 milhões para os cofres públicos até o final de 2007.
Temporão informou que o dinheiro economizado será reinvestido no programa de tratamento da aids e de outras doenças que afetam os portadores do vírus HIV, como Hepatite B e C.