O espanhol Juan Manuel Moncho ainda não foi apresentado oficialmente como novo técnico da seleção brasileira masculina de basquete, mas já mandou oficialmente um recado aos componentes do grupo nacional: todos os atletas são iguais. Se o time verde e amarelo se rachou na dusputa do Pré-olímpico das Américas, em Las Vegas, o novo treinador antecipou também que não tolerará indisciplina e apontou os primeiros aspectos a serem trabalhados antes do Pré-olímpico Mundial.
Durante o torneio em Las Vegas, a seleção brasileira conviveu com rumores de desentendimentos internos e racha entre grupo e comissão técnica. Além de o armador Nezinho ter se recusado a entrar em quadra após o então técnico Lula Ferreira pedir, o ala Marquinhos, cortado durante o torneio por causa de uma lesão na não, disparou ao revelar que o esquema da equipe era “todos contra o Lula”.
Ciente dos problemas que poderá ter com um conjunto cheio de vaidades, Moncho já deu um recado. “Pouco importa que o atleta atue na NBA, na Europa ou no Brasil. Não gostei da maneira como alguns jogadores falaram do Lula, a quem considero um grande treinador, e quando reunir a equipe pretendo falar com eles sobre isso”, comentou o espanhol, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
Ex-treinador de Marcelinho Machado, Moncho fará do ala do Flamengo/Petrobras seu homem de confiança na seleção. E o espanhol já quer um encontro com o atleta, bem como com Lula e com Oscar Schmidt, seu ex-comandado e que poderá integrar a comissão técnica do país. “Vou conversar com ele (Oscar) primeiro e também vou falar com o Lula e com o Marcelinho”, completou.
Moncho, no entanto, sabe bem quais são as principais carências da seleção braisleira. “A equipe tem boa velocidade e ótimos arremessadores, mas precisamos melhorar o trabalho de cinco contra cinco em meia quadra e a ocupação dos espaços. E quando a diferença é de três, cinco pontos, o time joga com muita ansiedade. Vamos trabalhar isso”, avaliou.
Atraso justificado
Anunciado na última semana como novo técnico do Brasil, Moncho explicou também que já havia acertado o contrato com a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) desde setembro. “Mas como tive um problema de hérnia e precisei passar por uma cirurgia, combinamos que eu seria apresentado assim que estivesse em condições melhores de saúde”, encerrou o treinador, ainda em Múrcia, na Espanha
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Ciente dos problemas que poderá ter com um conjunto cheio de vaidades, Moncho já deu um recado. “Pouco importa que o atleta atue na NBA, na Europa ou no Brasil. Não gostei da maneira como alguns jogadores falaram do Lula, a quem considero um grande treinador, e quando reunir a equipe pretendo falar com eles sobre isso”, comentou o espanhol, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
Ex-treinador de Marcelinho Machado, Moncho fará do ala do Flamengo/Petrobras seu homem de confiança na seleção. E o espanhol já quer um encontro com o atleta, bem como com Lula e com Oscar Schmidt, seu ex-comandado e que poderá integrar a comissão técnica do país. “Vou conversar com ele (Oscar) primeiro e também vou falar com o Lula e com o Marcelinho”, completou.
Moncho, no entanto, sabe bem quais são as principais carências da seleção braisleira. “A equipe tem boa velocidade e ótimos arremessadores, mas precisamos melhorar o trabalho de cinco contra cinco em meia quadra e a ocupação dos espaços. E quando a diferença é de três, cinco pontos, o time joga com muita ansiedade. Vamos trabalhar isso”, avaliou.
Atraso justificado
Anunciado na última semana como novo técnico do Brasil, Moncho explicou também que já havia acertado o contrato com a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) desde setembro. “Mas como tive um problema de hérnia e precisei passar por uma cirurgia, combinamos que eu seria apresentado assim que estivesse em condições melhores de saúde”, encerrou o treinador, ainda em Múrcia, na Espanha
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