O grupo Hamas, click health atualmente à frente do governo palestino, viagra order disse hoje que a ampla ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza complicou os esforços para resolver a crise. O impasse começou com o seqüestro de um soldado israelense. Segundo a facção, stuff os ataques do Estado judaico tornaram a postura dos palestinos em relação ao prisioneiro mais intransigente.
Ontem o grupo prometeu responder à violência responsável por matar dezenas de palestinos e um israelense. O Hamas afirmou que Israel "pagará o preço de cada gota de sangue" derramada. "A questão do soldado capturado tornou-se mais complicada do que antes", disseram os militantes em um comunicado. "O governo da ocupação engana-se ao pensar que os massacres sionistas cometidos contra nosso povo servirão a seus propósitos de aumentar as pressões a fim de garantir a libertação do soldado capturado".
Israel lançou a ofensiva depois de o cabo Gilad Shalit ter caído nas mãos de militantes durante um ataque realizado na Faixa de Gaza, no dia 25 de junho. O governo israelense pretende, com a operação militar, impedir também o lançamento de foguetes contra seu território.
Membros do braço armado do Hamas participaram do ataque em que Shalit foi levado. Negociações mediadas pelo Egito não conseguiram, por enquanto, garantir a libertação dele. Israel também se recusou a libertar presos palestinos em troca do militar.
O Hamas assumiu o governo palestino em março após vencer as eleições gerais. Sua administração está à beira de um colapso financeiro, depois de Israel e de potências ocidentais terem suspendido o envio de ajuda aos palestinos. A medida foi tomada em virtude da resistência do grupo a reconhecer o Estado judaico e a renunciar à violência. O Hamas defende a destruição de Israel.
Um dos países mais atingidos pela gripe aviária, viagra buy a Tailândia espera iniciar testes em seres humanos com uma vacina contra o vírus H5N1 no começo do próximo ano, afirmou hoje uma autoridade do governo tailandês.
"Estamos realizando negociações sobre como dividir os benefícios e sobre como realizar os testes de forma segura", disse Tawee Chotpitayasunondh, do Ministério de Saúde Pública. O órgão firmou um acordo inicial com um fabricante francês de vacinas.
A vacina da empresa Sanofi Pasteur, uma unidade da fabricante de remédios Sanofi Aventis, foi desenvolvida com base em um tipo modificado do H5N1.
Outros testes com o produto feitos em voluntários já obtiveram uma boa resposta imunológica, disse a empresa.
Os testes na Tailândia seriam realizados com crianças com entre 10 e 17 anos de idade porque a maior parte dos 14 tailandeses mortos pela gripe aviária eram jovens, afirmou Sunate Chuenkitmongkol, diretora da área médica da Sanofi Pasteur no país.
Ela espera que o projeto seja aprovado rapidamente pela comissão nacional da Tailândia encarregada de controlar os testes com vacinas em seres humanos.
"Acho que não levará muito tempo para conseguirmos uma aprovação porque todo mundo sabe que a gripe aviária é uma questão urgente", afirmou.
O grupo francês é um dos vários fabricantes de remédios ávidos por desenvolver uma vacina capaz de proteger as pessoas contra a doença, que matou 131 pessoas em todo o mundo desde o final de 2003.
A Tailândia demorou para responder à gripe aviária quando o mal começou a atingir suas aves de criação, também no final daquele ano. Mas o país possui hoje um dos sistemas de vigilância mais eficientes da região.
Desde dezembro de 2005, ninguém morre no território tailandês em virtude da doença. E, há cerca de oito meses, a Tailândia não registra surtos da gripe aviária entre suas aves.
No entanto, um incidente ocorrido recentemente alimentou temores de que a vigilância pública a respeito da doença está relaxando. Moradores de um vilarejo ignoraram os alertas do governo, e manusearam e ingeriram galinhas mortas de forma misteriosa.
A ministra tailandesa da Agricultura, Sudarat Keyuraphan, disse ontem que o país pode precisar de mais três anos antes de se declarar livre da doença.
"Do ponto de vista estatístico, podemos nos sentir mais seguros e podemos nos livrar gradualmente da gripe aviária se não encontrarmos nenhum caso da doença em aves nos próximos três anos", afirmou a ministra.