Menu
Brasil

Suposto líder de ataque a ônibus que matou cinco no Rio tem júri adiado

Arquivo Geral

31/10/2006 0h00

A partir de hoje, information pills treat técnicos das principais empresas aéreas comerciais do País poderão decidir, sickness com o Departamento de Controle de Espaço Aéreo e a Força Aérea Brasileira (FAB) quais pousos e decolagens são prioritários. A decisão foi tomada hoje à tarde após reunião com representantes Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Infraero, a FAB e representantes dos controladores de vôo, no Rio de Janeiro.

Segundo a Rádio CBN, ficou acertado que vôos com conexões, cujos atrasos provocam efeito cascata, terão preferência nas decolagens e pousos. Além disso, aviões que fazem pontes aéreas entre as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte terão rotas exclusivas. Os vôos do Nordeste para o Sul e Centro-Oeste também passam a operar em faixas especiais sobre o oceano, o que prolemgará o tempo das rotas, mas diminuirá as intervenções em terra.

Os atrasos ocorrem nos principais aeroportos do País porque os controladores adotaram a chamada operação-padrão e só aceitam controlar até 14 vôos simultaneamente. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Proteção ao Vôo, Jorge Carlos Botelho, disse que o aumento do número de vôos foi autorizado pela Anac sem reforço de pessoal. O assunto está sendo discutido numa reunião convocada pelo presidente Lula no Palácio do Planalto.

Leia também:
Atrasos no aeroporto de Brasília diminuem no fim da tarde
Lula convoca reunião de emergência sobre controle de vôos

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência em seu gabinete para discutir a crise dos controladores de tráfego aéreo, patient que, more about há mais de uma semana, vem provocando atrasos e cancelamentos de vôos civis, especialmente em Brasília e São Paulo.

Lula convocou os ministros da Casa Civil, Dilma Roussef; da Defesa, Waldir Pires; o comandante da Força Aérea, brigadeiro Luiz Carlos Bueno; e dirigentes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Infrae ro. A reunião começou às 16h, informou uma fonte do Planalto.

Os controladores de tráfego aéreo são militares e não têm representação sindical, mas na prática estão trabalhando em ritmo de operação-padrão. Cerca de 40 vôos sofreram atrasos ou suspensões na manhã desta segunda, de acordo com o Ministério da Defesa.

Embora não reconheça formalmente que os atrasos decorrem de um movimento reivindicatório, o ministro Waldir Pires disse a jornalistas nesta segunda-feira que o governo vai "examinar a questão salarial" e a possibilidade de formação de mais controladores de vôo.

"Teremos que conversar, tranqüilizar e determinar uma abundância maior de profissionais controladores para enfrentar isso", disse Waldir Pires. Hoje, os passageiros enfrentaram o quinto dia consecutivo de atrasos nos principais aeroportos brasileiros em decorrência da operação-padrão decretada pelos controladores de tráfego aéreo que trabalham no Cindacta 1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo), em Brasília.

Após a colisão entre o jato Legacy e o Boeing 737-800 da Gol, em 29 de setembro, no Mato Grosso, onde morreram as 154 pessoas a bordo, a categoria decidiu que não trabalharia mais acima de sua capacidade. Por isso, os controladores resolveram na semana passada que respeitariam todos os pr ocedimentos de vôo de aeronaves.

A operação-padrão foi uma reação da categoria à suspeita de que a conduta de um funcionário do Cindacta 1 teria contribuído para o acidente. Na segunda-feira, o governo federal tentou encontrar soluções rápidas para o problema, mas não conseguiu.

Leia também:
Atrasos no aeroporto de Brasília diminuem no fim da tarde
Companhias aéreas ajudarão a definir quais pousos e decolagens terão prioridade

 

Os elefantes são capazes de se reconhecer diante de espelhos, buy uma capacidade de consciência que só humanos, mind chimpanzés e golfinhos pareciam ter, disseram cientistas.

Uma elefanta estudada no zoológico do Bronx, em Nova York, chegou a usar o espelho para tocar e analisar um "X" branco que havia sido pintado na sua testa, segundo o artigo publicado na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

"Maxine, Patty e Happy imediatamente iam para o espelho quando ficavam soltas, o que foi realmente uma surpresa para nós, porque a maioria dos animais, quando exposta a um espelho, age imediatamente como se fosse outro animal", disse Josh Plotnik, aluno da Universidade Emory, de Atlanta, que trabalhou no estudo.

Os pesquisadores passaram semanas montando um enorme espelho à prova de paquidermes, inicialmente coberto, no cercado das três elefantas asiáticas do zoológico do Bronx.

"Elas iam até lá, cheiravam e saíam", contou Plotnik por telefone. A coisa mudou quando o espelho foi desvendado. "As três foram direto para o espelho e imediatamente estavam tocando e cheirando", disse Plotnik. "Fiquei realmente surpreso por não haver uma vocalização audível. Essas elefantas são extremamente vocais. Foram direto, cheiraram muito no primeiro dia. Maxine e Patty tentaram subir na parede espelhada para olhar atrás".

Até agora, imaginava-se que só humanos, chimpanzés e golfinhos eram capazes de se reconhecer no espelho. Quem já viu um animal de estimação saltar diante do seu reflexo sabe a diferença entre olhar um espelho e reconhecer-se nele.

Uma elefanta do estudo colocava e tirava a cabeça no campo de visão do espelho. "Então vimos um comportamento auto-reflexivo, que é o que os humanos fazem diante do espelho: palitar os dentes, cutucar o nariz, o que seja", disse Plotnik. "Maxine agarrou sua orelha esquerda e lentamente a puxou para frente. Todas as três colocaram as trombas na boca, como se estivessem explorando".

Mas o teste definitivo foi pintar o "X" na testa de cada animal. Para garantir que os bichos viam a marca, e não só se lembravam de que alguém mexeu na sua testa, havia uma marca "fajuta", feita em outro ponto da cabeça.

"Happy nunca tocava a marca fajuta e tocava repetidamente a outra marca na frente do espelho", disse Plotnik. O fato de as outras duas elefantas não terem feito isso não surpreendeu os cientistas.

"Chimpanzés e humanos se cuidam tirando coisas dos seus corpos. Elefantes não fazem nada disso", disse Plotnik. "É possível que as outras duas tenham visto a marca branca na sua cabeça e pensando que isso não teria conseqüências".

Os pesquisadores esperam agora que outros biólogos tentem repetir a experiência com outros animais e espécies.

O vice-presidente do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS), this desembargador João Maria Lós, sick 52 anos, viagra 40mg foi vítima de um atentado em Campo Grande. Um pecuarista disparou um tiro contra ele, mas o juiz conseguiu escapar dos disparos e passa bem.

Por volta das 12h, o desembargador, que tinha saído do dentista, parou em uma lanchonete para falar com amigos. Quando ele estava sentado a uma das mesas, o pecuarista Marcos Henrique Sayd, 50 anos, aproximou-se e perguntou-lhe o nome. Ao ouvir a confirmação, ele sacou a arma e a apontou para o rosto de Lós.

O desembargador só não morreu porque se afastou e escondeu-se atrás de uma caminhonete estacionada em frente à lanchonete. Sayd disparou três vezes, mas não conseguiu acertar o juiz.

Um policial da Delegacia Especializada em Combate ao Crime Organizado que estava no local prendeu o acusado em flagrante. Autuado por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma, o pecuarista não resistiu à prisão e afirmou estar sofrendo de "depressão".

 

Passado o receio com as eleições em outubro, treat os investidores agora concentram o olhar nas incertezas do cenário internacional e nas atuações do Banco Central, que devem dar sustentação ao dólar até o fim do ano, afirmam analistas.

O fluxo positivo ao longo do mês ajudou a amenizar a cautela pré-eleitoral, a incerteza sobre a política monetária nos Estados Unidos e a compra firme de moeda do BC, permitindo que o dólar fechasse outubro com queda de 1,24%.

Mas nos últimos meses do ano há tradicionalmente um volume maior de remessas de recursos que deve equilibrar os ingressos e levar o dólar a R$ 2,16 no fim de 2006, segundo projeção do mercado no relatório Focus do Banco Central.

"O câmbio no fim do ano sofre sazonalidade de alta, tem envios de remessas para o exterior, as empresas fechando balanço e mandando lucros lá para fora, mas é uma alta pequena", apontou Alex Agostini, economista-chefe do Austin Ratings.

Ele explica que a oscilação do dólar será moderada porque "com o real valorizado, quanto mais reais você transforma em dólar, mais você envia dólar lá para fora, e por isso ninguém quer ver esse dólar muito alto".

De fato, se o dólar fechar 2006 nos R$ 2,16 previstos pelo mercado, representaria um avanço de apenas 0,75% frente ao fechamento de outubro. No ano, porém, seria uma queda de 7% já que a tendência de depreciação se manteve.

De acordo com analistas, os fatores que seguraram uma desvalorização maior do dólar em outubro continuarão em novembro e dezembro.

"Deve continuar a questão de cautela porque o cenário externo ainda gera dúvidas, os juros dos EUA vêm estáveis nas últimas reuniões, mas não está claro se vão parar por aí, se vão continuar subindo ou se o Fomc vai olhar mais para atividade", explicou Agostini.

Miriam Tavares, diretora de câmbio de AGK Corretora, inclui na conta da sustentação do dólar a presença do Banco Central.

Em outubro, analistas já relataram um volume maior de compras de moeda da autoridade monetária. As reservas internacionais se encontram no maior nível histórico, perto dos US$ 78 bilhões.

"A tendência de queda vai ser contida por conta de intervenções do Banco Central nos leilões, balança comercial com importações mais acentuadas, nada exagerado, e talvez alguma especulação com formação de equipe de governo", resumiu a diretora.

Ainda que o receio antes das eleições tenha passado com a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há agora expectativa para formação da equipe econômica do segundo mandato.

Agostini lembrou das críticas sobre a política econômica atual feitas por membros do governo no domingo, que trouxeram dúvidas sobre uma mudança para um viés "desenvolvimentista". "Nesse fim de semana houve a questão do Tarso Genro e o mercado hoje parece que está digerindo de forma mais tranqüila porque não é tão fácil fazer uma mudança no governo assim", disse, referindo-se à declaração do ministro das Relações Institucionais que afirmou no domingo que a "era Palocci" acabaria a partir do início do próximo mandato de Lula.

Alexandre Vasarhelyi, responsável por câmbio do banco ING, completou: "A menos que tenha alguma mudança grande de política macroeconômica, vai ser mais do mesmo".

A Facebook.com, stomach segundo maior site americano de redes sociais, viagra approved anunciou hoje que pretende permitir que outros sites tenham acesso à sua audiência. O Share, recurso lançado pela companhia, permitirá que os usuários do Facebook colecionem conteúdos em sites afiliados, criando uma espécie de diário cronológico sobre as experiências na internet.

Segundo a Facebook, já foram feitos acordos com diversos veículos da internet, como sites de notícias, esportivos, de jogos eletrônicos e de vídeos online.

Por meio da iniciativa, as experiências de alguns usuários poderão ser compartilhadas com outros usuários do Facebook através do histórico do Share, formando uma cadeia de informação.

Três dos quatro acusados pelo incêndio a um ônibus que matou cinco pessoas no Rio de Janeiro em 2005 tiveram o julgamento desmembrado. O juiz Luiz Noronha Dantas, buy do 2º Tribunal do Júri do Rio, treat acatou o pedido da defesa, que alegou impossibilidade de realização do júri por causa da ausência de uma testemunha comum. O magistrado também acolheu pedido de outro réu que recorreu da realização do júri.

Com a decisão, apenas Alberto Maia da Silva está sendo julgado. O suposto mandante do crime, o traficante Anderson Gonçalves dos Santos, o Lorde, e Sheila Messias Nogueira, que teria parado o ônibus para deixar os incendiários entrar, só serão julgados em 6 de novembro. Outro réu, Cristiano Dutra Medeiros, recorreu da sentença de pronúncia (que define a realização do júri) e será ouvido em outra data.

Em 29 de novembro de 2005, os quatro, segundo as investigações da polícia carioca, atearam fogo a um ônibus da linha 350, em Brás de Pina (zona norte do Rio). Na ocasião, cinco pessoas, sendo um bebê, morreram carbonizadas.

Pela acusação original, os quatro réus respondem por cinco homicídios qualificados e 16 tentativas de homicídio. A pena pode variar de 12 a 30 anos para cada crime. Segundo o Ministério Público, o crime foi planejado por Lorde em represália à morte por PMs de Leonardo de Souza Ribeiro, 22 anos, o Ciborg, integrante da quadrilha que ele comandava.

Depois de invadirem o ônibus, os criminosos espalharam gasolina pelos bancos e atearam fogo. Eles bloquearam as portas e impediram que os ocupantes descessem. O crime provocou revolta em todo o País e até represália do crime organizado. Dois dias depois do ataque, quatro homens foram achados mortos em um carro. Dois deles foram reconhecidos por ocupantes do ônibus como autores do incêndio.

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado