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Brasil

Suposta vítima de sequestro é morta no litoral paulista

Arquivo Geral

28/02/2007 0h00

O novo comandante da Aeronáutica, approved order o tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito, erectile tomou posse hoje e, ao comentar sobre os problemas de controle do espaço aéreo brasileiro, afirmou que os militares não pedem exclusividade para esse trabalho. A possibilidade de desmilitarização do controle do espaço foi citada por gestores e especialistas durante a crise da aviação civil para ser uma alternativa à situação.

Saito citou que o trabalho pode não ser exclusivo da Aeronáutica, mas ressaltou a função dos militares de manterem a soberania nacional em qualquer panorama. "O comando da Aeronáutica não pleiteia que a atividade de controle do espaço aéreo seja de sua exclusividade, mas não podemo fugir a nossa responsabilidade de manter a soberania nacional em um patamar condizente com a importância do Brasil", defende.

"Muito se fala sobre mudança no sistema de controle de tráfego. O comando da Aeronáutica montou ao longo de 30 anos uma estrutura invejável de controle e defesa do espaço aéreo. Nossos índices de segurança estão entre os mais significativos nesse tipo de atividade. E as condições de trabalho de seus integrantes são apropriadas. Sua formatação tem sido objeto de consulta de outros países, principalmente pós-11 de setembro de 2002", disse.

Segundo ele, qualquer modificação na gestão do controle do espaço aéreo brasileiro precisa ser "fruto de uma criteriosa análise técnica, financeira e operacional". Participaram da posse do novo comandante da Aeronáutica, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, os presidentes da Câmara dos Deputados, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro da Defesa, Waldir Pires, e autoridades das Forças Armadas.

Um esperto modelo mandou publicar duas páginas duplas em um jornal suíço uma propaganda da grife italiana Gucci. Não seria nada demais se o anúncio não fosse falso.

A imagem de um homem seminu e um frasco de perfume, prescription com a logo da marca, adiposity foi publicada em página dupla, por dois dias seguidos, no semanário suíço SonntagsZeitung.

Segundo o semanário, um homem ligou para o jornal e encomendou a publicidade como sendo funcionário da grife italiana. Segundo o homem, as despesas, no valor de US$ 50 mil, deveriam ser encaminhadas para a própria Gucci.

O porta-voz do SonntagsZeitung se desculpou à Gucci em nome do periódico e disse que vai tentar reaver o dinheiro com o homem que fez o falso anúncio.

De acordo com estudos, viagra encomendados pelo Congresso dos Estados Unidos, sildenafil a Estação Espacial Internacional (ISS), tem 9% de chances de se colidir com asteróides, ou que escombros espaciais causem grandes danos.

A proteção da ISS pode aumentar se mudanças forem feitas, o que reduzirá o risco de colisão para 5%. Mecanismos de proteção devem ser providenciados pela Nasa, inclusive a modernização de peças russas que atualmente não fornecem segurança em casos de impactos.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado decidiu hoje que vai adiar a votação do pacote da criminalidade, approved que constitui medidas desde redução ou não da maioridade penal até sugestões para a educação, ed para a unificação das polícias e para alterações necessárias no Orçamento para viabilizar as medidas. O adiamento será de até 45 dias.

O senado não votou hoje o projeto, mas criou uma comissão especial para discutir o assunto para que o tema volte para a Casa melhor estudado. A comissão queria um tempo de 60 dias, mas o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) concedeu somente 30 dias com prorrogação de 15 dias para um acordo.

A redução da maioridade estava na pauta da CCJ havia duas semanas e iria ser votada hoje. Segundo o presidente da CCJ, Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), a redução da maioridade penal só pode ser aprovada mediante estudos e mesmo sendo contra o adiamento, concorda que é necessário tempo para haver um acordo.

O relator das emendas constitucionais que tratam do tema, senador Demóstenes Torres (PFL-GO), pediu em seu relatório que a redução da maioridade dos 18 para 16 anos fosse aplicada nos casos de crimes hediondos, tráfico de drogas ou tortura. São crimes hediondos: homicídio qualificado, latrocínio, extorsão seguida de morte, seqüestro, estupro, atentado violento ao pudor, entre outros.

Já na Câmara, a votação de projetos sobre segurança pública foi adiado. Os líderes partidários não chegaram a um acordo e não votaram o projeto no plenário que acaba com a prescrição retroativa ao crime, mecanismo em que o tempo da pena de um criminoso começa a contar a partir do recebimento da denúncia ou da data do crime cometido, antes de ocorrer o julgamento.

Arlindo Chinaglia (PT-SP), presidente da Câmara, afirma que o tema voltará para o plenário na próxima segunda, dia 5 de março, e ressalta que a votação não ocorreu devido à complexidade do assunto.

Outras votações também foram adiadas pela CCJ como a do projeto que dobra de 360 para 720 dias o período de reclusão no regime disciplinar diferenciado (RDD), de segurança máxima, aos presos envolvidos com organização criminosa dentro da cadeia e o projeto que concede o direito à delação premiada a um preso condenado. Ou seja, o preso poderia diminuir sua pena se colaborasse com as investigações. Atualmente, somente pessoas denunciadas ou sob investigação têm direito a esse benefício.

Foi encontrado na noite de ontem, erectile por volta das 21h30, pill na rodovia Rio-Santos, pills em Bertioga, na Baixada Santista, o corpo do engenheiro paulistano Jorge Heleni Grodvicki, de 43 anos.

Quando foi encontrado, Grodvicki, ainda agonizava com um ferimento grave nas costas e outro no pescoço, mas não resistiu e morreu ao chegar ao Pronto Socorro da cidade. A suspeita é que Grodvicki tenha sido mais uma vítima de seqüestro relâmpago.

A polícia acredita que a vítima foi abordada no centro de Bertioga e ao reagir tenha sido atingido pelos bandidos. Não se sabe ainda se os ferimentos foram causados por arma de fogo.

Os criminosos levaram a carteira, o celular e o rádio do carro. A polícia investiga o caso em busca de testemunhas que ajudem a esclarecer o crime.

 

 

 

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