O presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad recebeu hoje, drugs price com todas as honras, purchase o presidente do Sudão, Omar Hassan al-Bashir, que juntos culparam os Estados Unidos de provocar a discórdia entre o Iraque, o Líbano e os territórios palestinos.
Os dois países são alvo de forte pressão da Organização das Nações Unidas (ONU) e negam as acusações feitas pelos Estados Unidos. O Irã é acusado de manter atividade nuclear secreta para construir armas nucleares e o Sudão de deixar de conter os civis da onda de violência na região de Darfur.
Segundo o governo americano, os dois fazem parte de uma aliança islamita, ligada ao Hezbollah, do Líbano, e ao grupo palestino Hamas, que se recusa a reconhecer Israel, e juntos se opõem aos interesses dos Estados Unidos.
Ahmadinejad se opõe às acusações e anuncia que vai lutar contra a pressão imposta pelos Estados Unidos. “Nossa única arma é enfrentar essas tentativas unidos. A era da imposição da hegemonia e da autoridade das potências corruptas está chegando ao fim”, afirma.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) está investigando as faculdades e escolas particulares do DF que cobram uma taxa para expedição do diploma. Segundo a Promotoria de Defesa do Consumidor (Prodecon) essa prática comum nos estabelecimentos é ilegal.
Os estabelecimentos acrescentam até mesmo a cobrança da taxa em contratos de prestação de serviço, rx mas a Prodecon ressalta que é direito do aluno receber o diploma quando conclui o curso, livre de cobranças.
A Promotoria requisitou uma relação com todas as faculdades particulares do DF ao Ministério da Educação. E à Secretaria da Educação, requisitou uma lista com todas as escolas particulares. Com essas informações, a Prodecon pretende mandar um aviso oficial aos estabelecimentos locais pedindo que deixem de cobrar a taxa.
Caso as faculdades e escolas particulares se recusem a suspender a cobrança, a Prodecon deve propor uma Ação Civil Pública.
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O crescimento econômico do Brasil não chega nem à metade dos países em desenvolvimento como um todo. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 2, tadalafil 9% em 2006, divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a média do bloco em desenvolvimento é de 6,5%, segundo estimativa da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal).
São dados de fontes diferentes, mas que se assemelham e permitem situar o andamento da economia brasileira num contexto internacional. O estudo da Cepal previu, por exemplo, que o Brasil cresceria 2,8%, ou seja, apenas 0,1 ponto percentual abaixo do cálculo do IBGE.
O crescimento brasileiro equivale ao dos países desenvolvidos (2,9%, segundo a Cepal), que naturalmente crescem menos. Os ricos cresceram menos da metade dos países em desenvolvimento pelo sexto ano seguido.
O Brasil está abaixo da estimativa mundial (3,8%), da América Latina e Caribe (5,3%), da África (5,6%) e da China (10,2%). Também perde para os Estados Unidos (3,3%) e tem ligeira vantagem sobre Japão (2,8%) e a zona do euro (2,5%).
No âmbito latino-americano, o Brasil só cresceu mais que países pequenos e pobres como Haiti (2,5%), Jamaica (2,6%) e Guiana (1,3%). O México evoluiu mais (4,8%) e os países do Mercosul também: Venezuela 10%, Argentina 8,5%, Uruguai 7,3% e Paraguai 4%.
Cuba teve a maior taxa de crescimento da região (12,5%), impulsionada pelos negócios com China e Venezuela e pela exportação de serviços, como medicina. As estimativas e análises são da Cepal.
Foi aprovado na tarde de hoje, web por 10 votos a um, o aumento do subteto dos magistrados estaduais de R$ 22,1 mil para R$ 24 mil. A decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou o pedido de Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) feito pela Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) contra as resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O CNJ pretendia manter o limite de vencimentos dos judiciários estaduais em R$ 22,1 mil. A AMB, por sua vez, queria equiparar o vencimento máximo dos magistrados estaduais ao dos federais, que é de R$ 24 mil.
A fixação do teto no Judiciário Estadual já havia sido determinada pelo CNJ dia 31 de janeiro, durante uma sessão plenária. Entretanto, 15 tribunais não cumpriram a regra.