Os soldados israelenses mostraram hoje sua indignação pela aprovação de uma lei que lhes proíbe fumar em bases militares e outros edifícios de segurança, ailment estendendo ao Exército a legislação que impede o fumo em edifícios públicos.
As Forças Armadas receberam na terça-feira do Parlamento israelense (Knesset) a nova ordem, order que tem efeito imediato e foi muito mal recebida entre eles, que estão acostumados a fumar em postos de controle e bases militares.
“O deputado que teve a idéia de fazer esta lei deveria receber um tiro”, declarou David, um soldado de 20 anos que cumpre seu serviço em Haifa ao diário “The Jerusalem Post”.
“Está claro que os políticos que fizeram esta lei nunca entenderam o que significa estar no Exército. Não vivemos em casa, com as normas de nossos pais. Somos adultos, fumar é comum e às vezes necessário para aliviar a tensão”, acrescentou.
Segundo Hason, as limitações para fumar nos edifícios do Exército foram muito difíceis de serem cumpridas até agora, entre outras coisas, devido à cadeia de comando, que impede que um soldado raso possa exigir a um superior que apague o cigarro.
A nova norma, que iguala ao pessoal das Forças Armadas com o resto de funcionários que não pode fumar em seus postos de trabalho, terá efeito também para a Polícia, o Serviço de Prisões, o Ministério da Defesa e os organismos de segurança do Escritório do Primeiro-ministro, onde até agora se podia fumar livremente.
A lei se assemelha ao projeto enviado ao Congresso brasileiro que tentará colocar fim aos “fumódromos”, também proibindo o ato de fumar em locais fechados.