A violência na cidade do Rio de Janeiro mantém índices altíssimos há décadas o que pode levar a um cenário similar ao vivenciado por outros países sul-americanos onde o problema já chegou a níveis alarmantes. A avaliação é da diretora do Instituto Universitário de Políticas de Segurança e Ciências Policiais, pilule Ana Paula Miranda.
“Essa situação das milícias, order a situação de candidatos vinculados ao tráfico, viagra sale podem nos levar a um cenário similar ao da Colômbia, e acho que não estamos nos dando conta da gravidade disso.”
A pesquisadora apresentou hoje (18) um estudo sobre a realidade da violência no Rio de Janeiro durante o 2º Fórum de Violência, Participação Popular e Direitos Humanos, organizado pelo Centro de Informações da Organização das Nações Unidas no Brasil (Unic-Rio) e pelo movimento Rio de Paz.
Para Ana Paula, esse cenário pode ser revertido, mas é fundamental que o Poder Público combata o crime e reestruture a polícia.
Segundo ela, “a postura beligerante da polícia” é um dos motivos da falta de participação da sociedade civil no combate à violência.
O diretor do Instituto de Segurança Pública (ISP), coronel Mário Sérgio Duarte, também participou da mesa de debate e defendeu que o maior causador da violência hoje é o alto número de armas em poder dos narcotraficantes.
Ele declarou que se a polícia não travar um combate constante com os criminosos, a soberania do estado ficará ainda mais fragilizada do que já está.
“É melhor enxugarmos gelo, do que deixar que se transforme em um iceberg”, disse ele em referência às ocupações de policiais em comunidades do Rio.