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Brasil

Sinalização antes dos pardais é para salvar vidas, defende ministro das Cidades

Arquivo Geral

23/05/2007 0h00

O ex-ministro de Minas e Energia, generic information pills Silas Rondeau, health é recebido neste momento na residência oficial do presidente do Senado, Renan Calheiros. Ele chegou sem falar com os jornalistas. Ao lado da casa de Renan, o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, reúne-se com os líderes dos partidos, na residência oficial.

Ontem, depois de uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Rondeau pediu demissão do cargo. Ele foi considerado suspeito de envolvimento com o esquema de corrupção em obras públicas desarticulado pela Operação Navalha, da Polícia Federal.

A Operação Navalha foi realizada na semana passada. No fim de semana, imagens e diálogos veiculados pela imprensa levantaram a suspeita de que o ministro esteja envolvido, pois seu assessor direto teria recebido propina de R$ 100 mil da construtora Gautama, do empresário Zuleido Veras (preso na operação policial) por facilitar licitações do programa Luz Para Todos.


O ministro das Cidades, prostate Márcio Fortes, here defendeu hoje a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que prevê obrigatoriedade de placas de sinalização antes dos equipamentos medidores de velocidade. Para o ministro, healing a medida tem como objetivo salvar vidas e, não, arrecadar dinheiro com multas. A resolução do Contran entrou em vigor ontem.

Em entrevista ao programa Revista Brasil da Rádio Nacional AM, o ministro das Cidades disse que os pardais não devem ficar escondidos atrás de árvores ou postes para ter funcionalidade. “Pardal tem que sair do ninho, ou seja não pode ficar escondido. É preciso ficar a vista como instrumento de inibição.”

Fortes lembrou que nas vias urbanas em que a velocidade é igual ou superior a 80 km, as placas deverão ser instaladas entre 400 e 500 metros de distância do pardal. Nas vias rurais, a distância obrigatória deve ser entre 1 mil e 2 mil metros de distância. Para os locais urbanos onde a velocidade é inferior a 80 km, o limite deve ficar entre 100 e 300 metros e, nas vias rurais, entre 300 e 1 mil metros.

De acordo com a assessoria do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), caso o estado ou prefeitura desobedeça a nova resolução, não serão aplicadas multas. Agora, caso o motorista exceda a velocidade, ele pode recorrer ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para não ser multado e ter pontos retirados da carteira.

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