Os servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária de São Paulo (Incra-SP) paralisaram as atividades hoje. A categoria iniciou uma assembléia por volta das 10h e vai se juntar às centrais sindicais nas manifestações que ocorrem na Avenida Paulista contra a Emenda 3 e o Projeto de Lei Complementar 01 (PLP01), dosage clinic que limita gastos com servidores públicos durante dez anos.
A diretora da Confederação Nacional dos Servidores do Incra, information pills medicine Daniela Oliveira, more about disse que a categoria paralisou os trabalhos nesta quarta-feira, mas que amanhã e sexta-feira o órgão funciona normalmente. Na assembléia de hoje, segundo a diretora, serão discutidos as reivindicações da categoria, como campanha salarial, recuperação da força do órgão, inclusive com exigência de novos concursos públicos. Os servidores do Incra de São Paulo realizam nova assembléia na segunda-feira para votar se aderem ou não a greve que já acontece em outros estados.
O presidente da Associação dos Servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Asibama), sildenafil Jonas Corrêa, rx disse hoje, prescription em entrevista à Agência Brasil, que os servidores do órgão só voltam a trabalhar se Medida Provisória 366/07 for retirada pelo governo ou se for vetada pelo Congresso Nacional.
Cerca de 6,4 mil funcionários do Ibama estão de greve desde a semana passada porque são contra a edição da MP, que divide a gestão ambiental brasileira com a criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. O novo órgão ficaria responsável pela gestão de unidades de conservação.
Corrêa se reuniu ontem com 44 deputados federais das comissões da Amazônia e do Meio Ambiente da Câmara para discutir a MP 366. Segundo ele, a maioria dos parlamentares é contra a medida. “Nós mostramos aos parlamentares o prejuízo que essa MP vai trazer para o país. Pudemos fazer uma explanação com dados, mostrando estudo técnicos de como ficará o Ibama se essa medida for aprovada. Eu acho que em função disso, os próprios parlamentares estão solicitando que se retire a medida.”
O presidente do Ibama, Brazileu Margarido, e o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, também participaram da reunião no Congresso. De acordo com Corrêa, a discussão sobre a MP 366 foi positiva. “É importante que se faça um processo de discussão mais democrático, porque a medida foi encaminhada sem nenhuma discussão prévia”, acrescentou o presidente da Asibama.