Absolutamente consagrada e com pelo menos uma taça de cada competição que disputou desde 2001, a seleção brasileira masculina de vôlei entra, neste domingo, na reta final do último objetivo declarado da “Era Bernardinho”: a busca pelo terceiro título olímpico da história da equipe nacional, o segundo consecutivo.
Só que antes de sonhar em repetir o desempenho de Atenas-2004, é necessário carimbar os passaportes para a China. E, de olho no planejamento para a próxima temporada, o ideal é que a classificação venha ainda este ano, de maneira a evitar um desgaste desnecessário na seletiva continental. Para isso, a equipe nacional precisa ficar entre os três primeiros colocados na Copa do Mundo da modalidade, competição de pontos corridos que será realizada no Japão e contará com 12 times de todas as partes do mundo.
Depois de ganhar folga na Copa América, em agosto, todas as estrelas da equipe voltam a vestir a camisa amarela. Ou melhor: quase todas. Cortado de forma surpreendente às vésperas dos Jogos Pan-americanos por problemas de relacionamento com o técnico Bernardinho, o levantador e ex-capitão Ricardinho segue afastado do grupo.
O atleta do Modena até foi relacionado para na lista de 19 pré-convocados enviada para a organização do torneio. Bernardinho, porém, condicionou a volta do jogador a uma retratação com o grupo (que não precisaria ser pública). Porém, até agora Ricardinho não se apresentou ao grupo, que está treinando em Paris desde o início de novembro. Com isso, ele será substituído por Marcelinho e Bruno Resende na competição que será disputada no Japão.
Em sua biografia lançada pouco após o Pan, o levantador declarou que seu desentendimento com o técnico se deu por conta das condições de estrutura não satisfatórias a que o time foi submetido no exterior, em especial na Finlândia. Para ele, os titulares não precisavam disputar aquelas partidas, uma vez que a equipe já estava classificada para a fase final da Liga Mundial. Apesar do desentendimento, o treinador não esconde a admiração pelo antigo titular.
“Com o Ricardinho, que é diferenciado tecnicamente, o Brasil fica mais favorito a uma das três vagas. Sem ele, fica mais difícil, mas procuraremos o nosso objetivo do mesmo jeito”, declarou Bernardinho recentemente à Rádio Globo. Com ou sem Ricardinho, no grupo, o treinador se preocupa com o grande número de jogos da Copa do Mundo programado para um curto espaço de tempo.
“Temos pela frente um campeonato muito intenso. Serão 11 partidas em 14 dias, mudando de cidades. Mais importante do que o título é um lugar no pódio, que garante a classificação para as Olimpíadas de Pequim”, lembra. O Brasil é o atual campeão do torneio, cuja última edição foi realizada em 2003.
Bernardinho aponta os favoritos ao título da disputa, que não contará com a Itália e nem com Cuba, duas seleções tradicionais, mas que atravessam má fase e não conseguiram se classificar para o torneio. “Estados Unidos (campeão da Norceca), Bulgária (convidada), Rússia (vice-campeã européia) e Espanha – atual campeã européia e uma surpresa – são os principais adversários. Mas Japão e Austrália (campeã asiática) merecem total atenção, além de Porto Rico (vice-campeão da Norceca), que eliminou Cuba e Canadá”, destaca.
E o primeiro desafio é logo contra os norte-americanos, às 7h05 (de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo e da SportTv. O confronto entre os times está empatado na atual temporada em 1 a 1: na final do Pan, os brasileiros venceram por 3 a 0. Semanas depois, os norte-americanos se vingaram em cima da equipe “B” nacional vencendo a decisão da Copa América, em Manaus, por 3 a 2.
“Já assistimos alguns vídeos dos Estados Unidos e estamos bastante ansiosos para a estréia. Toda partida será encarada como uma decisão, pois o campeonato é de pontos corridos”, lembra o central Gustavo. “Temos de jogar com atenção, já que estréia é sempre nervosa. Os Estados Unidos contam com uma equipe muito experiente e que conquistou a Copa América. Além disso, é muito boa taticamente. Será importante sacar bem, trabalhar a defesa e ter paciência nos contra-ataques, já que eles têm um bloqueio muito alto”, emenda.
Líbero da equipe, Escadinha atenta para as armadilhas que a estréia promete. “A equipe norte-americana sempre faz um jogo duro contra o Brasil e temos de tomar bastante cuidado. Será fundamental jogar em velocidade. Nosso time é mais baixo e não podemos cair na armadilha de tentar jogar com as bolas altas. Temos de variar ao máximo as jogadas”, explica.
De acordo com ele, o time já está quase pronto. “Estamos acertando os últimos detalhes para a estréia. O time dos Estados Unidos é certinho taticamente e tem um volume muito bom. Ou seja, o ponto forte deles é o conjunto. A vitória será ideal, porque temos como objetivo ficar entre os três primeiros colocados”, lembrou.
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Depois de ganhar folga na Copa América, em agosto, todas as estrelas da equipe voltam a vestir a camisa amarela. Ou melhor: quase todas. Cortado de forma surpreendente às vésperas dos Jogos Pan-americanos por problemas de relacionamento com o técnico Bernardinho, o levantador e ex-capitão Ricardinho segue afastado do grupo.
O atleta do Modena até foi relacionado para na lista de 19 pré-convocados enviada para a organização do torneio. Bernardinho, porém, condicionou a volta do jogador a uma retratação com o grupo (que não precisaria ser pública). Porém, até agora Ricardinho não se apresentou ao grupo, que está treinando em Paris desde o início de novembro. Com isso, ele será substituído por Marcelinho e Bruno Resende na competição que será disputada no Japão.
Em sua biografia lançada pouco após o Pan, o levantador declarou que seu desentendimento com o técnico se deu por conta das condições de estrutura não satisfatórias a que o time foi submetido no exterior, em especial na Finlândia. Para ele, os titulares não precisavam disputar aquelas partidas, uma vez que a equipe já estava classificada para a fase final da Liga Mundial. Apesar do desentendimento, o treinador não esconde a admiração pelo antigo titular.
“Com o Ricardinho, que é diferenciado tecnicamente, o Brasil fica mais favorito a uma das três vagas. Sem ele, fica mais difícil, mas procuraremos o nosso objetivo do mesmo jeito”, declarou Bernardinho recentemente à Rádio Globo. Com ou sem Ricardinho, no grupo, o treinador se preocupa com o grande número de jogos da Copa do Mundo programado para um curto espaço de tempo.
“Temos pela frente um campeonato muito intenso. Serão 11 partidas em 14 dias, mudando de cidades. Mais importante do que o título é um lugar no pódio, que garante a classificação para as Olimpíadas de Pequim”, lembra. O Brasil é o atual campeão do torneio, cuja última edição foi realizada em 2003.
Bernardinho aponta os favoritos ao título da disputa, que não contará com a Itália e nem com Cuba, duas seleções tradicionais, mas que atravessam má fase e não conseguiram se classificar para o torneio. “Estados Unidos (campeão da Norceca), Bulgária (convidada), Rússia (vice-campeã européia) e Espanha – atual campeã européia e uma surpresa – são os principais adversários. Mas Japão e Austrália (campeã asiática) merecem total atenção, além de Porto Rico (vice-campeão da Norceca), que eliminou Cuba e Canadá”, destaca.
E o primeiro desafio é logo contra os norte-americanos, às 7h05 (de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo e da SportTv. O confronto entre os times está empatado na atual temporada em 1 a 1: na final do Pan, os brasileiros venceram por 3 a 0. Semanas depois, os norte-americanos se vingaram em cima da equipe “B” nacional vencendo a decisão da Copa América, em Manaus, por 3 a 2.
“Já assistimos alguns vídeos dos Estados Unidos e estamos bastante ansiosos para a estréia. Toda partida será encarada como uma decisão, pois o campeonato é de pontos corridos”, lembra o central Gustavo. “Temos de jogar com atenção, já que estréia é sempre nervosa. Os Estados Unidos contam com uma equipe muito experiente e que conquistou a Copa América. Além disso, é muito boa taticamente. Será importante sacar bem, trabalhar a defesa e ter paciência nos contra-ataques, já que eles têm um bloqueio muito alto”, emenda.
Líbero da equipe, Escadinha atenta para as armadilhas que a estréia promete. “A equipe norte-americana sempre faz um jogo duro contra o Brasil e temos de tomar bastante cuidado. Será fundamental jogar em velocidade. Nosso time é mais baixo e não podemos cair na armadilha de tentar jogar com as bolas altas. Temos de variar ao máximo as jogadas”, explica.
De acordo com ele, o time já está quase pronto. “Estamos acertando os últimos detalhes para a estréia. O time dos Estados Unidos é certinho taticamente e tem um volume muito bom. Ou seja, o ponto forte deles é o conjunto. A vitória será ideal, porque temos como objetivo ficar entre os três primeiros colocados”, lembrou.
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