"Eu disse que conseguiria (o recorde) de uma forma ou de outra. Eu sempre dou o meu melhor e nesse caso, o meu melhor é o recorde mundial", disparou o atleta, que igualou sua própria marca na última sexta-feira em Zurique, na Suíça.
Gatlin e Powell se reencontrariam no meeting de Bruxelas, no próximo final de semana, mas agora a prova dos 100m rasos deve ser uma competição de apenas uma estrela. O norte-americano testou positivo em abril por uso excessivo de testosterona e a Usada (Agência de Antidoping dos Estados Unidos) recomendou a pena de oito anos ao atleta. O velocista já prometeu que lutará por uma pena menor.
Asafa Powell lamentou a ausência do adversário no torneio, mas não perdeu a oportunidade de garantir que não segue o exemplo do adversário. "Não é a mesma coisa pagar um ingresso para nos ver competindo juntos e pagar para ver apenas a mim. Não vale tanto”, declarou o jamaicano. “Tenho certeza de que tem gente falando que eu uso, mas isso não me afeta, eu sei que estou limpo. A única droga que tenho usado é Deus”, concluiu.