A equipe chega na próxima segunda-feira a Paris, onde ficará por dois dias para diminuir o impacto do fuso horário. Na quarta-feira, jogadores e comissão técnica seguem para Osaka. A idéia é fazer pelo menos três jogos de preparação antes do Mundial: um contra a Polônia e dois contra a equipe japonesa Panasonic Panthers.
“Os jogadores se apresentaram bem e motivados. Não houve problemas graves de lesões. Estamos tentando levá-los o mais rapidamente possível à melhor condição física sem risco de contusões”, comentou o técnico Bernardinho. “Neste período, revezamos o grupo nos treinos da manhã e só à tarde trabalhamos com todos os jogadores. Tentamos dosar isso para ter todos inteiros para o embarque, no domingo, e para a semana de aclimatação no Japão”, emendou.
O meio-de-rede Rodrigão, um dos oito jogadores do atual elenco que estava no grupo campeão mundial de 2002, acredita que a preparação no Brasil foi importante para o sucesso na competição. “Nosso treino tem qualidade, são todos jogadores muito fortes, profissionais de alto nível. Mas só vamos começar a entrar no patamar ideal quando a competição começar. Durante os primeiros jogos pegaremos ritmo para entrar em condições ideais na fase seguinte”, explica o jogador.
Para alguns integrantes da seleção, este pode ser o último Mundial. Alguns deles, como Giba, Ricardinho e Gustavo, disputam a competição pela terceira vez – foram quartos colocados em 1998 e campeões em 2002. “Muitos sabem que este é o último Mundial de suas carreiras e querem se sair bem, aproveitando-o da melhor maneira possível”, aposta o treinador.
Ao todo, 16 jogadores participaram dos últimos treinamentos: os levantadores Bruno Rezende, Marcelinho e Ricardinho; os opostos Anderson, André Nascimento e Leandro; os pontas Dante, Giba, Minuzzi, Murilo e Samuel; os meios-de-rede André Heller, Gustavo, Rodrigão e Sidão; e o líbero Escadinha. Apenas 12 viajam para o Mundial.
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