O coordenador de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Rondônia, store buy more about promotor Marcos Tessila, buy more about disse que os estudos independentes sobre as usinas Santo Antonio e Jirau no Rio Madeira, entregues à Casa Civil e ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), trazem algumas inovações.
Segundo ele, foi a primeira vez, por exemplo, que se aprofundou a avaliação de como Porto Velho pode absorver o crescimento populacional que se espera com as usinas.
“Rondônia é um estado formado por migrantes. É uma região que está se estruturando e ainda tem problemas graves, e uma obra trará desenvolvimento, claro, mas também mais problemas que vão se sumir aos que a região já tem. Uma preocupação nossa, por exemplo, é a demanda maior por serviços. Por isso, queremos fazer um pacto federado, com União, estado e município juntos para minorar esses problemas”.
Tessila enfatizou que o Ministério Público quer acompanhar também a elaboração dos Projetos Básicos Ambientais (PBAs), pelo empreendedor que vencer o leilão, com base nas condições que o Ibama estabelecer para redução dos impactos sociais e ambientais ao conceder a licença prévia.
“Estamos nos preparando, fazendo um levantamento de campo onde nós também queremos discutir os PBA’s com quem ganhar o leilão. Ou seja, o ministério público se dispõe a acompanhar essa obra até o fim”.
O promotor lembrou também que o acompanhamento do projeto das usinas do Madeira faz parte do planejamento do MP de Rondônia. “O que significa que é um projeto institucional, quem quer que esteja aqui, vai acompanhar essa questão”, disse.
Segundo o promotor, a legislação determina que as comunidades atingidas diretamente pelo alagamento provocado pela barragem do rio sejam, de preferência, transferidas para um local o mais semelhante possível ao local onde moram.
Marcos Tessila garantiu que o MP de Rondônia acompanhará a remoção dos ribeirinhos, para que se cumpra o que diz a lei. “Caso não seja possível transferir para um local como onde vivem, a segunda alternativa é a realocação para uma área que pode até ser no meio urbano”.
Ele explicou que a realocação é precedida de uma indenização, que pode ser em dinheiro ou de outra forma. “Mas essas pessoas ainda não serão alojadas, a licença prévia nem saiu. Quando for o tempo vamos oferecer estrutura a eles. Nossa pretensão é não deixar ninguém desassistido”, concluiu.
A Comissão Pastoral da Terra (CPT), order da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), for sale realiza amanhã a 30ª Romaria da Terra do Rio Grande do Sul, capsule no município de São Francisco de Assis. Os camponeses vão se reunir para abordar o tema Preservar Terra e Água – Garantia de Vida.
Segundo o coordenador da Comissão Pastoral da Terra do Rio Grande do Sul, Evanir Albarello, o tema deste ano busca chamar a atenção de toda a sociedade para a destruição dos recursos naturais. “A natureza está sendo destruída por causa do modelo de desenvolvimento capitalista que explora os recursos de maneira ilimitada, visando apenas ao lucro concentrado na mão de poucas pessoas”.
A romaria quer denunciar o uso abusivo de agrotóxicos. “Todo esse modelo de agricultura é baseado em produtos químicos, adubos e muito agrotóxico. A gente defende que o agrotóxico traz vários problemas de saúde, pois muito camponeses sofrem com problema de intoxicação, e é um modelo que destrói toda a biodiversidade”, afirmou Albarello.
Os trabalhadores rurais do Rio Grande do Sul defendem um modelo agrícola baseado na produção de alimentos saudáveis, que preserve a biodiversidade. “É um modelo capaz de gerar renda no campo, contribuir para a permanência dos camponeses, realizar a reforma agrária, descentralizar e criar oportunidades para que as pessoas consigam viver na roça, a pequena propriedade que produz a alimentação que vai para a mesa do brasileiro”, explicou o coordenador.
Albarello disse que a romaria também vai criticar o plantio de eucaliptos na região. “Aqui, no Rio Grande do Sul, está chegando a monocultura do eucalipto, que consome muita água e destrói parte do campo. Isso vai expulsar muitos trabalhadores e destruir comunidades e recursos naturais”.
As 29 edições anuais anteriores da romaria gaúcha já reuniram 950 mil pessoas, segundo Albarello, e este ano a organização pretende reunir 10 mil trabalhadores rurais. A CPT realiza mais de 20 romarias por todo o país, com o objetivo de preparar comunidades camponesas para a preservação da terra e da água.
Seis pessoas morreram e duas ficaram feridas em um acidente que envolveu um único carro na madrugada desta segunda feira, viagra approved em Manaus no Amazonas.
O carro transportava seis passageiros nos bancos da frente, advice além de dois que estavam dentro do porta-malas. Os ocupantes do veículo voltavam de uma festa de Carnaval quando colidiram com um poste.