“Aqui (na Honda), falamos muito e pensamos pouco sobre direção”, disse Barrichello. “Estou me esforçando para mudar esta situação. Neste ano, perdi um tempo importante para me acostumar a pilotar o carro da Honda”, completou.
Diferente do que fazia já em sua saída da Ferrari, Rubinho evitou fazer críticas diretas à sua quarta escuderia na Fórmula 1. Segundo ele, é hora de usar a experiência adquirida em Jordan, Stewart, Ferrari e na própria Honda para corrigir os erros, de olho em um uma próxima temporada mais promissora.
“Não podemos simplesmente chegar a uma nova equipe e começar a impor a nossa vontade. Mas agora é diferente”, garante o brasileiro, que ainda aposta que, em sua opinião, “o próximo ano vai ser melhor”.
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